DÚVIDAS

Entregamos-lhes + congratulamo-nos
Quais são as formas correctas? Congratulamos-nos ou congratulamo-nos? Entregamos-lhes ou entregamo-lhes? Confesso que, instintivamente, e por me soar melhor, optaria pelas segundas hipóteses, mas ainda não consegui provas de que sejam essas as formas correctas. Agradecia uma resposta tão completa quanto possível, pois trata-se de mais do que uma mera curiosidade. A língua é o meu instrumento de trabalho. Obrigada, desde já, pelo esclarecimento.
Sobre os verbos agachar(-se) e esquecer(-se)
Gostaria de colocar algumas questões acerca da interpretação que se faz sobre as definições dos verbos nos dicionários da língua portuguesa no que respeita aos verbos. Exemplo: verbo "agachar". No dicionário aparece: v. tr., esconder, encobrir; v. refl., curvar-se; abaixar-se para não ser visto; fig., humilhar-se. (Dicionário Universal) Quando se trata do "v. tran." deste verbo pode-se dizer: «agachei no esconderijo» ou «agachei-me no esconderijo»? (no sentido de v.tr. esconder). Pode-se dizer «agachei fulano» (no sentido de humilhei fulano/alguém ou «escondi alguém/alguma coisa»? No caso das definições nos dicionários da língua portuguesa, em relação aos verbos, aparecem revelam-se pouco explícitos. Poderão, pois, explicar-me onde está a diferença nas três definições seguintes sobre o verbo "esquecer" conforme se trate de v.tra. v.intr. e v. refl.? Exemplo: v. tr., perder a lembrança de alguém ou de alguma coisa; olvidar, deslembrar; omitir; desprezar; v. int., não vir à memória; perder a sensibilidade de alguma parte do corpo;v. refl., não se lembrar; omitir-se. Muito obrigado.
Ainda o ioga
Ao reparar nas dúvidas levantadas acerca da correcta grafia da palavra yôga/ioga, considero que existe aqui um erro de interpretação, uma vez que as duas palavras não possuem o mesmo significado: "o yôga", masculino, é um termo sânscrito para algo que pode ser considerado uma filosofia de vida, com uma série de vertentes físicas, espirituais, respiratórias, mentais e sociais consideradas. "A ioga", feminino, é uma bastardização dessa mesma filosofia, que foi sendo compilada ao longo dos anos que serviu no Ocidente, até servir somente a componente física, desprezando as restantes.
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