DÚVIDAS

O e em dois versos de Sophia de Mello Breyner
Estou a estudar Sophia de Mello Breyner e aparece-me a seguinte pergunta em relação a dois pares de versos. «Porque os outros se compram e se vendem/ E os seus gestos são sempre dividendo.» «Porque os outros vão à sombra dos abrigos/ E tu vais de mãos dadas com os perigos.» A pergunta que é a seguinte: Qual a razão de a conjunção "e" não ter o mesmo valor nos dois pares de versos citados? Quem me puder ajudar, agradecia.
Os determinantes e a Nova Terminologia
Tomei conhecimento da aprovação da Portaria n.º 1488/2004 de 24 de Dezembro de 2004, pelo Ministério da Educação, relativa à nova terminologia linguística a ser utilizada no ensino da Língua Portuguesa no Ensino Básico. Chamou-me particularmente a atenção a questão das designações de "quantificadores relativos e universais", em substituição dos determinantes indefinidos, etc. Gostaria de saber se será possível saber a opinião dos senhores relativamente a esta questão. Aproveito para pedir, se possível, alguma informação bibliográfica de base para a sua sustentação, caso seja do vosso conhecimento. Agradecendo, desde já, a atenção dispensada a este meu pedido de ajuda, despeço-me, ansiosa pela resposta mais completa e urgente possível.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa