Fazer uma ilação ou tirar uma ilação?
Ensinaram-me no Liceu que a palavra "ilação" continha em si já a noção de "extracção", pelo que não devia dizer «tirar uma ilação» em virtude de a expressão ser redundante.
A fórmula correcta seria pois «fazer uma ilação».
É assim, ou estou enganado?
Obrigado.
Nematode e nemátodes
Escreve-se nematode ou nemátode?
Conscientizar
Conscientizar e conscientalizar. O Dicionário Universal da Língua Portuguesa não apresenta o primeiro termo. Qual é o mais correcto?
Histrionismo
A palavra "histrionismo" existe? E se existe, é derivada de histrião?
Previdência + providência
Qual a designação correcta: "caixa de providência" ou "caixa de previdência", "estado providência" ou "estado previdência"? Obrigado pela atenção!
«Navegar à bolina»
Qual a mensagem que se pode tirar do seguinte texto de reflexão: «Por que caminho é que seguimos? Será que sabemos para onde vamos? Na vida, para chegar a bom porto, não é possível navegar sempre à bolina. É preciso saber aonde o vento nos leva.» A mim, me parece um texto absurdo...
Oração subordinada adjectiva relativa
Agradecia me informassem de como se devem classificar as seguintes orações entre parênteses: as músicas (de que você mais gosta) e convém lembrá-lo (de que eles chegam) hoje.
Consulente/ consultor
Os especialistas do Ciberdúvidas utilizam amiudadamente a palavra "consulente" para se referirem à pessoa que pede esclarecimentos. No contexto em causa, não me parece haver ambiguidade, mas não poderá também o termo ser utilizado para o especialista ou para, por exemplo, um médico? É que o consulente é «aquele que consulta» (Dicionário PE) e, segundo a (in)transitividade do verbo "consultar", a palavra poderá ter dois sentidos inversos. Obrigado.
Plural de Estado-nação
O plural de Estado-Nação é Estados-Nação ou Estados-Nações?
O significado de rebelim
Qual o exato significado da palavra "rebelim", encontrada em documentos do século XVII? Ex.: «Na ponta da Villa da parte do Sul hum Rebelim, que não sô defenda a Fortificação...» (Maranhão, 1655) ou «Prevendo o perigo de um ataque inglês a Lisboa, em 1625, mandou a Câmara fazer uma vistoria às muralhas. No referido documento, diz "Portas de Santo Antão: fazer hum paredão como rebelim e tapar hum dos postigos..."»
