A definição de relato
O relato é um género textual ou faz parte do género narrativo não literário? Qual é a sua estrutura e as principais características?
Características do discurso político
Gostaria de ser esclarecida sobre as características essenciais do discurso político para alunos de 11.º ano.
Dúvidas sobre ortografia e pronúncia dos sons
Tenho estas dúvidas: 1) "Im", "om" e "um", no final de palavras, são considerados dígrafos? Ex.: “Assim” – “bom” – “atum” 2) Em "polens", o “en” é dígrafo vocálico nasal ou encontro vocálico fonético? Obs.: Todas as paroxítonas terminadas em ditongo recebem acento. E em "pólen", o “en” é encontro vocálico fonético? 3) Quais os encontros vocálicos de “radiouvinte?” 4) Em "quando", há ditongo (“uã”) e dígrafo vocálico nasal (“an”) ao mesmo tempo? 5) Em "expressar", “xp” é encontro consonantal? 6) Em "plausível", quantos encontros vocálicos fonéticos existem? (“au”, “el”) 7) Em "prefixo", quantos encontros consonantais fonéticos existem? (“pr”, “x”)
Semilha
Gostaria de saber a origem da palavra "semilha", regionalismo madeirense para "batata".
Campinense, o gentílico de Campina Grande
Como se chama quem nasce em Campina Grande?
O aparecimento da escrita
Como surgiu, em que circunstâncias, e com que necessidades, o aparecimento da escrita no mundo?
As expressões «anda a roda» e «anda à roda» (sobre lotaria)
A propósito da lotaria, por esta época do Natal e Ano Novo, mas não só, tenho ouvido sempre a expressão «anda à roda». Sabido que o que «anda» é a roda da tômbola da Santa Casa da Misericórdia (não se tratando, portanto, de nada nem ninguém que ande à roda), não será, antes, «anda a roda» ( = a roda anda)?
A chanceler, a chancelera ou a chancelerina?
Segundo li algures, a Sociedade para a Língua Alemã (desconheço como será a palavra em alemão) propôs o feminino “chancelerina” para a nova primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel. A questão que levanto é se, de facto, em português, o feminino de chanceler é mesmo chancelerina ou, antes, “a” chanceler.
Recordo que, entre nós, a embaixatriz não é propriamente o mesmo que a embaixadora, assim como há mulheres (caso das já falecidas Natália Correia e Sophia de Melo Breyner) defendendo que a mulher poeta se deve intitular “a” poeta e não a poetisa.
Muito obrigado.
O Acordo Ortográfico, de novo
Sou tradutor de castelhano/catalão-português para uma grande empresa espanhola. Descobri recentemente que eliminavam, nos meus textos, as consoantes não pronunciadas em grupos como: "ct", "cç", "cc", etc. Argumentavam que, em virtude do Acordo Ortográfico, a ausência dessas consoantes deveria prevalecer sobre as formas 'antigas' (!) de escrita e que estas novas formas já estavam a ser ensinadas nas escolas. Por tal, agradecer-vos-ia que me esclarecessem o seguinte: a) O Acordo já entrou em vigor? b) Nos meios de comunicação social e no meio académico, aceitam-se essas novas formas ('ação' por 'acção')? Há, em Portugal, quem as utilize? c) É verdade que, na escola (e no ensino básico), já se ensina às crianças todas estas reformas ortográficas? d) Não estando em vigor o referido acordo, não parecerá algo híbrido escrever um texto com uma sintaxe com marcas claras do português luso, mas com formas ortográficas (mais) típicas no português do Brasil? Agradeço-vos, desde já, a vossa atenção e os esclarecimentos que me possam dar.
As formações com prefixos e por recomposição no Acordo Ortográfico de 1990
Sou estudante de mestrado em Coimbra e estou a desenvolver um trabalho sobre as alterações contempladas pelo Acordo Ortográfico de 1990. No que diz respeito aos casos de hifenização, gostaria de saber se vão passar a aglutinar todas as formações com prefixos e formações por recomposição que não são mencionadas nas alíneas da Base XVI, artigo 1.º («Nas formações com prefixos (...) e em formações por recomposição (...) só se emprega o hífen nos seguintes casos (...)»)? Em nenhuma destas alíneas é referida a obrigatoriedade da utilização de hífen quando o segundo elemento começa por -r. Deste modo, passaremos a escrever abreação (em vez de ab-reacção), obrogar (em vez de ob-rogar), subregião (em vez de sub-região), sobroda (em vez de sob-roda) ou adrenal (em vez de ad-renal). E já agora, o que acontece com a forma sub-bibliotecário? Perde um 'b' ao aglutinar? Parece-me que esta regra tem implicações fonéticas muito sérias, na medida em que interfere com a pronunciação das palavras afectadas. Será que estou a fazer a leitura correcta desta base do Acordo Ortográfico? Consultei já a lista de palavras cuja grafia altera, incluída no livro "Novo Acordo Ortográfico - Afinal o que vai mudar?", mas gostaria muito de saber a vossa opinião.
