Águam, ágüem, *"oblíquam”, enxáguam, enxágüem
No Brasil, há certas formas verbais paroxítonas da terceira pessoa do plural do presente do indicativo e do subjuntivo, tais como “águam”, “ágüem”, “oblíquam”, “enxáguam”, “enxágüem”, que recebem, como podeis ver, um acento agudo na sílaba tônica, a penúltima. É assim na ortografia do português brasileiro. Ocorre, todavia, que tal acentuação gráfica, de palavras paroxítonas terminadas em “am” ou “em”, não se enquadra em nenhuma regra de acentuação vigente no Brasil. Diante deste fato, pergunto-vos: em que se baseia tal acentuação? Ela é errada ou certa? Como as formas verbais acima seriam escritas em Portugal? Muito obrigado.
A propósito da sintaxe do substantivo forma
Em «eles admiravam a forma como o herói pegava no bastão», como se dividem as orações e quais as funções sintácticas que aqui se encontram segundo a nomenclatura tradicional e segundo a TLEBS?
O uso de quase-
Gostaria de saber em que medida pode ser utilizado o prefixo “quasi”, nas palavras portuguesas, por exemplo "quasi-fotográficas". Antecipadamente grato pela ajuda dispensada e parabéns pelo vosso esforço na continuidade do “site”.
Pronúncia de gimnosperma, amnésia, mnemónico, amnistia/anistia e p
Confesso-lhes, distintos e doutos consultores do Ciberdúvidas, que não sei ao certo como se pronunciam palavras, tais como «gmnosperma», «amnésia», «mnemônico», «amnistia», «pantomnésia». Sendo mais claro, não sei se o «m» desses vocábulos se pronuncia ou é mudo. «Gmnosperma», por exemplo, profere-se "gnosperma" ou algo como "gminosperma"? Creio que o «g» inicial se profere mais ou menos como "gui", não é isto? Em geral, no Brasil eu ouço «amnésia» e «mnemônico» pronunciarem-se como "aminésia" e "minemônico", respectivamente, mas no caso de primeira, já ouvi outrossim "anésia". Deste lado do Atlântico, dizemos e escrevemos "anistia". Quanto à versão lusitana dessa palavra acima elencada, não sei como se pronuncia. Quero que também me informem se o que me dirão como resposta faz parte da norma culta não somente do português de Portugal, mas também da do português do Brasil. Por favor, socorram-me mais uma vez. Muito obrigado.
«Haver com» (regência)
É correta a frase abaixo? «Os fatos que houve comigo marcaram-me para sempre.» Ou seja, é admissível a regência «haver com», com o sentido de «ocorrer com»? Obrigado.
Sobre licitação
Consultando o Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa e o Dicionário Houaiss, gostaria que, se possível, equacionassem a seguinte dúvida: – a expressão «lícita ação» seria um derivativo de «licitação», já que o vocábulo «licitação» é formado pelo latim ‘licit’ (cujo significado é «lícito»?) + ação. Desde já, agradeço a atenção de V. Sas.
Função sintáctica de de
Gostaria de saber qual a função do vocábulo «de» na frase abaixo: «E, se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça a Deus...»
Casar/casar-se: se inerente, de novo
Agradeço a atenção dispensada, mas continuo com a minha dúvida. Os exemplos apresentados, por exemplo, «amar»/«amar-se», são de fácil compreensão. Não vejo onde possa ter lugar o «casar-se», com o «se» reflexo, pois ninguém se casa consigo próprio. Agradecia, pois, que me indicassem um contexto em que se aplique o «se» de «casar-se».
As formas trancável e empilhável
Tenho dúvidas em relação a duas palavras. A tradução de "lockable" e "stackable" seria "trancável" e "empilhável", como algo que se pode trancar e algo que se pode empilhar, o problema é que eu preciso de traduzir isto para português mas numa só palavra , para cada termo. O meu dicionario de língua portuguesa velhinho diz-me que “trancável” e “empilhavel” não existem... Então como faço?
Os anglicismos “management”, “pay-off”, “must” e “sample”
Sou uma estudante italiana que tem de traduzir para português umas palavras inglesas. Sei que o português tem tendência para a tradução, enquanto o italiano deixa na língua original. Queria um conselho sobre a melhor maneira de dizer em português: “management”, “pay-off”, “must”; “corner digital home”, “sample”. Muito obrigada.
