Massajador e massageador
Antes de mais, parabéns pelo vosso contributo à língua portuguesa.
No decorrer do meu trabalho (publicidade) deparei-me com uma dúvida, quando tive a necessidade de atribuir um nome a um objecto para massajar. Em alguns sites, nomeadamente de brindes, referem-se a este utensílio como "massageador" (brasileiros) e "massajador" (portugueses). Alguma destas denominações está correcta? É que o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, que normalmente utilizo, não refere nenhuma destas palavras. Nem outra qualquer.
Desde já, obrigado pela atenção.
Ainda a palavra "design"
Na língua espanhola, por exemplo, existe a distinção entre os termos diseño (que se refere ao design ou projecto) e dibujo (que se refere ao desenho). Também em português existiram essas nuances de significado, com os termos debuxo e desenho. Como já li neste site, o primeiro significaria «esboço» ou «desenho», e o último tinha o sentido de «projecto».
Actualmente está incorporada a palavra design, que comporta o sentido de «desenho de projecto», «desígnio». A minha dúvida é: tenho alguma hipótese de não utilizar este estrangeirismo num relatório de 2008?
Ainda o «falar brasileiro»
Obrigado pela resposta anterior. Fiquei a saber que posso dizer «Tu falas brasileiro».
No entanto, fiquei com uma dúvida. Foi referido que o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (versão do Círculo de Leitores) atesta que o substantivo brasileiro se usa em Portugal, em linguagem informal, para designar «a língua portuguesa tal como é us. no Brasil» e que «muitos dicionários de língua portuguesa atestam apenas um significado de brasileiro, enquanto substantivo». Quer isto dizer que, formalmente, está errado? Apenas está correcto informalmente? Dito de outra forma, se um brasileiro se ofender comigo porque considera ofensivo ouvir «tu falas brasileiro», ele está informalmente errado e formalmente correcto?
A sintaxe de avisar
Porque se diz «avisando-os» e não «avisando-lhes» na seguinte frase?
«Envia-se um mail ao gestor e ao devedor, avisando-os dessa suspensão.»
Obrigado.
As funções sintácticas de quanto
Apesar de incessantes pesquisas, recorro por último a vocês. Não encontrei registro de preposição antecedendo o pronome relativo quanto. Afinal, é facultativo, obrigatório ou desnecessário o uso de preposição antes de tal relativo?
Além disso, encontrei apenas cinco funções sintáticas que o quanto pode exercer, são elas: função sintática de sujeito, de objeto direto, de objeto indireto, de predicativo do sujeito e de complemento nominal; existem outras funções que o quanto pode exercer?
Estou mais do que ansioso! Aguardo luz!
A classe da palavra certa
Qual é a classe do certa nessas duas frases?
«Disse certa vez Bernard.»
«Era a ocasião certa para dizer isso.»
Obrigada.
A pronúncia de A-dos-Cunhados e A-dos-Francos
Gostaria de saber qual a forma correcta de dizer o nome de determinadas localidades que começam por A, como "A-dos-Cunhados" ou "A-dos-Francos". Devemos ou não acentuar o A?
A pronúncia de Gobi e de Bali
Aprendi a pronunciar estas palavras com a acentuação no -i final, mas parece que há uma tendência para se ouvir "Góbi", "Báli", porventura sob influência da pronúncia inglesa. O facto é que se diz javali, comi, entre outros vocábulos agudos terminados em -i. Também me espanta a pronúncia actual de "biquíni" (que já aparece escrito desta maneira), pois quase que jurava que há dez, vinte anos toda a gente dizia e escrevia biquini, com acentuação na última sílaba.
Escaque
Tenho ouvido o termo "escaquista" para designar «jogador de xadrez». Uma pesquisa em vários dicionários não deu resultados. Apenas encontrei, no Cândido de Figueiredo, o termo escaques para designar «as casas quadradas do tabuleiro de xadrez».
Uma pesquisa na Internet levou-me a concluir que o termo é muito usado pelos catalães.
É ou não correcto?
A origem do nome da aldeia de Sobreiro (Oliveira de Frades, Portugal)
Gostaria de saber a origem do nome da aldeia de Sobreiro, freguesia Pinheiro de Lafões, concelho de Oliveira de Frades.
