O verbo arrepender numa oração relativa
Agradecia o vosso parecer sobre a sintaxe do verbo destacado:
«Fiz muitas traquinices em criança, mas esta foi a que mais me "arrependi".»
Obrigado.
Nomes de matéria: «sapatos de couro»
Na frase «Os sapatos de couro são os meus preferidos», a expressão «de couro» é complemento do nome?
Regência de vício
Perguntava se, em relação à regência pedida pelo nome vício, a que apresento é aceitável:
«O vício NO scroll das redes sociais é um perigo.»
Obrigado
A nominalização de contra
Relativamente à palavra «(os) contraS», trata-se de um caso de derivação por conversão (preposição/advérbio que passa a nome) mesmo estando no plural?
Tratando-se de um exemplo de derivação por conversão, a minha questão prende-se com o facto de ter lido que, neste processo de formação (derivação por conversão), forma-se uma palavra pela alteração da classe, sem modificar a sua forma.
Então, como se explica que, sendo preposição, contra seja uma palavra invariável e, quando se converte em nome («os contras»), essa mesma palavra já admita plural, modificando-se? A sua forma inicial não foi modificada?
Obrigado.
«De valor» e «com valor»
Que preposição é a mais adequada às frases?
«Ana é uma pessoa COM/DE valor.»
«É um jovem DE/COM bom coração.»
Obrigado
Mesmo a introduzir oração de gerúndio
Na frase «Mesmo chovendo, viajamos», a palavra mesmo é conjunção acidental?
Ou qual a classe gramatical da palavra mesmo?
Obrigado
A preposição até e o advérbio relativo onde
Gostaria que me esclarecessem se é correta a construção "até aonde" na seguinte frase:
«O José foi até aonde a Joana estava.»
Agradecido
Preposições repetidas em construção clivada
Na frase «Do que precisas é de te libertar» parece-me estranho duplicar o «de». Não seria mais correto «O que precisas é de te libertar» ou «Do que precisas é libertar-te»? É claro que dá para escolher uma formulação diferente que evite este dilema, mas gostaria que me elucidassem quanto à correção destas três frases.
Muito obrigada.
Contrações de para com artigos definidos
Se não estou em erro, parece-me consensual, pelas pesquisas que fiz, que a contração de para+a deve ser "pra", num tom informal: «Ele veio pra ilha» (para a ilha).
Contudo, permaneço com dúvidas relativamente à contração de para+o, uma vez que já li diferentes explicações.
Inclusive, parece-me haver dicionários que abordam este tema de forma contraditória.
«Ela não deixou sopa pro/pró/pr'ó/p´ró marido.» (para o marido)
Qual a grafia correta?
Oração relativa e regência
Na frase abaixo, perguntava-vos se o verbo destacado exige a preposição de: «Foram discutidos os apoios que os alunos da turma BENEFICIAM.»
Obrigado
