Estou com uma dúvida relativa à seguinte frase: «Como efeito, afirma-se que a nação brasileira está progredindo à medida que fortalece suas raízes...» Há vírgula após «progredindo»?
No segmento «Diz-se que o João é bom aluno?», a oração subordinada substantiva completiva desempenha a função de sujeito, ou complemento direto?
Penso que seja de sujeito, pois o verbo que a pede tem uma partícula apassivante (= «é dito») e, por isso, o complemento nunca poderá ser direto. No entanto, quer as soluções de exercícios quer os colegas a quem coloquei a questão dizem ser complemento direto.
Na frase «A professora Luísa está a falar do guião pedagógico como sendo algo de que precisam agora», como devo classificar «como sendo»?
Preciso saber a análise sintática das duas descrições a seguir e, além disso, tenho algumas questões em particular sobre cada uma:
1. «Blusa Cavalera cinza, confeccionada em malha que proporciona conforto, seguindo as tendências deste inverno.»
a) Nesse caso, porque é necessária a vírgula antes de «confeccionada»?
b) A palavra «seguindo» representa uma oração reduzida de gerúndio?
c) E «malha que proporciona conforto» caracteriza uma oração subordinada adjetiva restritiva?
2. «Blusa Cavalera cinza é indicada para compor visuais despojados, podendo ser usada com jeans skinny e sliper.»
Preciso do artigo no começo da oração, mas porquê?
Gostaria de saber qual é a estrutura correta (ou, se as duas são corretas, quando é usada uma ou a outra):
«Pensei que fosse.»
«Pensei que era.»
Por exemplo, na seguinte frase:
«Pensei que o filme era mais comprido.»
«Pensei que o filme fosse mais comprido.»
A gramática normativa condena alguma das duas estruturas?
«Amigos é o que não lhe falta.»
Nessa frase, o predicativo do sujeito é o pronome demonstrativo o? «Que não lhe falta» é oração subordinada adjetiva?
Na expressão «Tanto pior para ele», pior é o comparativo do adjetivo mau, ou do advérbio mal?
Gostaria que me tirassem a seguinte dúvida: qual a colocação correta do pronome em períodos em que partícula atrativa de próclise precede uma oração subordinada ou um aposto? Ignora-se a partícula atrativa, utilizando-se a ênclise, em virtude da vírgula? Ou se ignora o aposto?
Por exemplo: «O entendimento do tribunal posteriormente, quando teve sua composição alterada, modificou-se», ou «O entendimento do tribunal posteriormente, quando teve sua composição alterada, se modificou»?
A propósito da consulta feita por Alexander Meurer em 27/10/2011, pergunto:
Na frase objeto da consulta («Trabalhar no Tribunal de Justiça é um grande sonho meu»), por que se afirma que «um grande sonho meu» é o sujeito? E se a frase fosse esta: «Trabalhar no Tribunal de Justiça é bom»? O sujeito nesse caso já é «trabalhar no Tribunal de Justiça», apesar de se tratar de estrutura gramatical idêntica à da frase anterior.
Penso que a dúvida apresentada pelo nobre Alexander seja justamente essa.
Gostaria de uma nova abordagem da questão pela competente consultora Eunice Marta, a quem desde já agradeço.
Qual a regência do verbos requisitar e solicitar? Deve-se dizer «requisitar a V. S.ª que...», ou «requisitar de V. S.ª que...»?
Da mesma forma, quanto ao verbo solicitar, deve-se dizer «solicitar a V. S.ª que...», ou «solicitar de V. S.ª que...»?
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