Controvérsias // Análise e classificação gramaticais O pronome quem e o indefinido «seja quem for» I (Fernando Pestana) Sobre as orações relativas sem antecedente expresso: [Pergunta] Antes de mais nada, parabéns pelo site. Sei que já analisaram questão parecida antes, mas gostaria muito de nova análise, com cautela. Posso até estar errado, mas preciso dividir isso com pessoas mais capazes que eu. A primeira vez que li em uma gramática que o qu... Fernando Pestana · 14 de julho de 2011 · 11K
Controvérsias // Análise e classificação gramaticais Quem em orações substantivas: pronome relativo ou pronome indefinido? No consultório, a propósito da ocorrência de quem em frases como «quem vai ao mar perde o lugar», um consulente do Rio de Janeiro, o professor Fernando Pestana, propôs classificar essa palavra como pronome indefinido, tendo o consultor Pedro Mateus dado o seu parecer. A discussão do tema, que está longe de reunir o consenso dos gramáticos, prosseguiu, e a ela se juntou o consulente Virgílio Dias, que entendeu dar também o contributo. Os textos que se seguem dão conta deste debate: 14 de julho de 2011 · 3K
Controvérsias Três razões para ser «à distância» (e não «a distância») Contestando a tese contrária – cf. Textos Relacionados –. Maria Regina Rocha considera que «à distância» é a expressão correcta por três razões. Deverá dizer-se «ensino à distância», ou «ensino a distância»? Considero que «ensino à distância» é a construção correcta. A expressão «à distância» ou constitui uma locução adverbial (ex.: «À distância, o general observava atentamente a movimentação das tropas»), ou faz parte de uma locução prepositiva (ex.: «Estavam à distância de 200 metros do quartel»). Maria Regina Rocha · 9 de maio de 2011 · 20K
Controvérsias // Locuções Breve história recente de «a distância» «Ensino à distância» ou «ensino a distância»? Carlos Rocha propõe pistas históricas para a compreensão das duas formas em disputa e para a definição de um critério de uso. Os argumentos apresentados por Pedro Múrias são robustos, realmente obrigando, se não a rever, a moderar a avaliação do uso de «à distância». No entanto, convém situar um pouco a questão: Carlos Rocha · 3 de maio de 2011 · 9K
Controvérsias // Locuções À distância, e não à pressa «Ensino a distância», ou «ensino à distância»? O consulente Pedro Múrias (jurista, Lisboa) mostra defende que «ensino à distância» encontra apoio em certas expressões fixas. Em várias respostas e sem discordância recente, o Ciberdúvidas tem defendido que se deve dizer e escrever «a distância» em vários casos em que o uso consagra «à distância». Venho tentar persuadir os consultores do Ciberdúvidas de que não é essa a melhor opção e de que se justifica inverter a orientação seguida. Pedro Múrias · 3 de maio de 2011 · 8K
Controvérsias // Locuções «À distância», ou «a distância»? Qual a expressão mais correcta: «ensino a distância», ou «ensino à distância»? As opiniões dividem-se, mas o uso frequente de «ensino à distância» encontra apoio em certos padrões lexicais e na necessidade de evitar ambiguidades, como defende o consulente Pedro Múrias (jurista, Lisboa). Noutro texto, o consultor Carlos Rocha procura pistas históricas para a compreensão das d... 3 de abril de 2011 · 10K
Controvérsias // O português e as patentes europeias INPI, noves fora, nada Uma série de artigos do autor sobre a subalternidade da língua portuguesa no sistema linguístico de patentes da União Europeia — que aqui se encontram disponíveis — levou a uma resposta da presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INIP). A réplica saiu no jornal Público de 25/03/2011, que aqui se regista, na íntegra. José Ribeiro e Castro · 27 de março de 2011 · 5K
Controvérsias // O português e as patentes europeias Patente da UE: um imperativo nacional «A língua portuguesa é e continuará a ser um desígnio nacional, mas também o é a defesa da competitividade das empresas», escreve a presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, em artigo escrito para o jornal Público de 5 de Março de 2011, a primeira voz oficial portuguesa a contrapor os argumentos críticos do deputado José Ribeiro e Castro, sobre a subalternidade da língua portuguesa no sistema linguístico de patentes da União Europeia (UE). Maria Leonor Trindade · 21 de março de 2011 · 4K
Controvérsias // Galego Português, língua estrangeira Numa variante da ortografia da língua portuguesa, o cronista galego Diego Bernal escreve a propósito da rejeição de uma proposta para incluir o português entre as segundas línguas estrangeiras oferecidas pela escola pública da Galiza. A língua do Brasil, país maior e mais povoado da América Latina, com cerca de 200 milhons de habitantes, é o português. Diego Bernal · 16 de março de 2011 · 4K
Controvérsias // O português e as patentes europeias O eurolusocídio «Consumou-se a primeira etapa de um “lusocídio” — a exclusão do português do regime europeu de patentes», escreve o deputado do CDS, e presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, em artigo publicado no diário Público [de 21/02/2011]. Sobre o mesmo tema, e o mesmo autor, vide O português pelo cano. Como chama o leitor a isto? e Requiem pela língua portuguesa. José Ribeiro e Castro · 22 de fevereiro de 2011 · 5K