«Falar com» e «falar para»
Considerando as frases «Espera um bocadinho que eu já falo para ti», ou «Espera um bocadinho que eu já falo contigo», qual é a correta?
Qual é a diferença entre «falo para ti» e «falo contigo»?
Obrigada.
A locução adverbial «ainda assim»
«Ainda assim» pode ser considerada locução concessiva?
Obrigada.
Função sintática de um infinitivo (Brasil)
Na frase «Pedro gosta de cantar», «de cantar» é objeto ou oração objetiva?
Nomes de matéria: «sapatos de couro»
Na frase «Os sapatos de couro são os meus preferidos», a expressão «de couro» é complemento do nome?
A nominalização de contra
Relativamente à palavra «(os) contraS», trata-se de um caso de derivação por conversão (preposição/advérbio que passa a nome) mesmo estando no plural?
Tratando-se de um exemplo de derivação por conversão, a minha questão prende-se com o facto de ter lido que, neste processo de formação (derivação por conversão), forma-se uma palavra pela alteração da classe, sem modificar a sua forma.
Então, como se explica que, sendo preposição, contra seja uma palavra invariável e, quando se converte em nome («os contras»), essa mesma palavra já admita plural, modificando-se? A sua forma inicial não foi modificada?
Obrigado.
O verbo vigorar
Qual a função sintática da expressão «ao longo dos tempos», na frase «Os sistemas de estrutura social que vigoraram ao longo dos tempos em muitas sociedades».
Antecipadamente grata.
O verbo dizer com interrogativa indireta
Gostaria de ver uma dúvida relativa à classificação de uma oração subordinada substantiva esclarecida.
Na frase «Ele não nos disse quanto ganhou», o meu primeiro pensamento seria classificá-la como oração subordinada substantiva completiva, seguindo a estrutura de substituir a oração subordinada por isso («Ele não nos disse [isso].»).
No entanto, sabendo que as conjunções completivas são normalmente limitadas a que, se e para, seria mais correto classificá-la como relativa?
E caso possa ser considerada completiva, qual seria o antecedente de quanto (uma vez que as relativas não têm antecedente)?
Contexto, enunciado e modalidade
Antes de mais, congratulo-vos por este projeto.
Gostaria que me esclarecessem quanto à modalidade e ao respetivo valor das frases abaixo, uma vez que não me parecem veicular uma ideia de obrigação, mas antes de certeza e de convicção do locutor. Ainda assim, na segunda afirmação, poderá transparecer um dever de consciência cultural, isto é, uma obrigação moral de respeito pelo legado literário de Almeida Garrett.
1.ª «É como não podermos fazer terra plana ali em Belém sobre a Torre de Belém»;
2.ª «[Há assim uns marcos da chamada escrita para teatro em português] mas não podemos pôr de fora Almeida Garrett».
Muito obrigada pela vossa disponibilidade.
A expressão «dar gosto» numa construção relativa
Qual é a formulação correta?
"Escolas que dão gosto renovar"
ou
"Escolas que dá gosto renovar"?
Ou estão ambas corretas?
Obrigada.
População e multidão (nomes coletivos)
Peço, por favor, que me esclareçam a diferença entre os nomes comuns coletivos "população" e "multidão".
Ambos podem ser considerados nomes comuns coletivos para designar um conjunto de pessoas em contexto escolar?
Obrigada.
