A pronúncia do nome Gui
A minha dúvida é sobre a pronúncia do nome próprio Gui. Deverá ser lido como diminutivo de Guilherme, ou de forma idêntica a Rui?
Obrigada.
Sobre a grafia de anjo e angelical
Gostaria muito de elucidar uma dúvida minha: porque a palavra anjo é com j, e angelical é com G?
Desde já agradeço a atenção.
A grafia da palavra nanómetro
Já vi que já aqui responderam a uma questão sobre a grafia da palavra nanómetro. Contudo, li que nanómetro (ou nanômetro) é um instrumento, e não uma unidade de medida. E que esta se escreverá, portanto, como nanometro. Isto é, não se aplicaria a excepção que se abre para o caso de quilómetro, hectómetro, decâmetro, decímetro, centímetro e milímetro. Assim, escrever-se-ia "picometro"... Há algum fundamento nesta ideia?
A grafia de Alcíone, Aloísio, Boaventura e Diocleciano
Desejo o vosso esclarecimento sobre o modo correto de escrever na atual grafia portuguesa os seguintes prenomes: Alcíone/Alcione (paroxítona), Aloísio/Aluísio, Boaventura, Deocleciano/Diocleciano, Dourival/Dorival, Eloísa/Heloísa, Lourival/Lorival, Sólon/Solon (agudo).
«De férias» e «em férias»
Deve dizer-se estar «de férias», ou estar «em férias»?
A regência do verbo incidir
Gostaria de saber se a seguinte frase está correcta: «A amostra é incidida por um feixe de energia electromagnética.» Caso não esteja («incidida por» não me soa muito bem), qual seria a forma correcta de o dizer?
Muito obrigada.
«Negrinho do Pastoreio»
Sobre a lenda gaúcha, o correto é «Negrinho do Pastoreio», ou do «Pastoreiro»?
O plural de saco-cama e de tubarão-baleia
Gostaria de ser esclarecida sobre o plural de saco-cama, tubarão-baleia. Tenho visto de várias maneiras e com várias explicações.
Muito obrigada.
A regência da palavra entendimento
Na questão «É correcto o entendimento de que a garrafa está cheia?», a palavra entendimento deve ser seguida de de que ou de que?
Porquê?
Sobre o verbo envidar
Gostaria de vos colocar a seguinte questão: o verbo envidar é transitivo, logo, não prescinde de complementos directo e indirecto; resta saber se é um verbo cativo de um complemento fixo, o que se traduz numa expressão idiomática, ou seja, «envidar esforços»; para concluir, é legítimo utilizar outros sintagmas, tais como, «envidar os meus cuidados», «envidar o meu desprezo», etc.?
Agradecido, desde já, pelo envide dos vossos esforços na solução das nossas dúvidas.
