Ainda a pronúncia de equino e de equitação
Se, como diz FVP Fonseca em A fonética de equino e equidistante, o -u de equino é para ler, porque o mesmo acontecia no seu étimo latino equinu, não se deverá dizer também "e-kwi-ta-ção", dado que o étimo é o mesmo (e ao contrário do que diz José Neves Henriques em Pronúncia de equitação)?
Agradecido pela atenção dispensada!
O uso da palavra exaustivíssimo
Sou uma estudante de Língua Portuguesa. Trabalho agora na minha tese final de mestrado (sobre as unidades fraseológicas) e tenho dúvida se a frase a seguir está correcta:
«No presente trabalho não estaremos atentos a mencionadas modificações, porque as modificações são muito comuns na jornalística e descrevê-las todas seria um trabalho exaustivíssimo para abordar aqui, facto que não nos parece assim tão importante e interessante em comparação com a investigação que pretendemos fazer.»
Dá para entender esta frase? Ou a colocação «exaustivíssimo para abordar aqui» seria melhor dizer por outras palavras?
Muito obrigada.
A regência de costumar e costumar-se
Ouço com alguma frequência usar o verbo costumar seguido de a em frases tais como «costumo a ir...», «costumo a fazer...», o que me leva a admitir que não se trata de um erro, no sentido exacto do termo, mas de uma forma também admissível, cuja origem desconheço.
Solicito o favor de me elucidarem sobre este assunto, agradecendo desde já.
Adjuntos nominais coordenados
Minha dúvida é a respeito da concordância nominal com sujeitos ligados por ou. As gramáticas explicam, mas somente quando se trata de concordância verbal. É correto dizer: «A classificação de propriedades industrial ou comercial», «O sistema circulatório ou o digestivo», «O sistema de educação ou de substituição» ou, ainda, «Os sistemas de educação ou substituição»? Como podem ver, utilizo as mesmas regras com sujeitos ligados por e (como as gramáticas não explicam, penso que, talvez, as regras são as mesmas). Vejo frases escritas de outras maneiras, por exemplo «A classificação de propriedade industrial ou comercial», que não interferem na compreensão, por isso penso que, talvez, as duas formas sejam possíveis (porém, uma pode ser mais formal, só não sei qual).
Desde já agradeço.
O contexto das palavras ressurrecto e ressuscitado
Olá!
Por gentileza, gostaria de saber em qual contexto devo utilizar as palavras abaixo:Ressurreto e ressuscitado.
Como sei que devo utilizar uma ou outra?
Obrigada.
Uso do substantivo protesto
A questão que eu coloco é se está correcto dizer numa carta empresarial «apresentar prostestos dos melhores cumprimentos».
Obrigada.
Sobre alguns particípios passados
De vez em quando ouço dicções como estas: abrido, fazido, escrevido, cobrido etc. Sei que são proferidas por pessoas cujos conhecimentos gramaticais são bastante limitados ou praticamente inexistentes. Ainda assim, na qualidade de estudioso do idioma português, não as considero formas errôneas. Parecem-me antes expressões obsoletas, antiquadas, desusadas, não necessariamente erradas. Concordais comigo?
O neologismo marquetando
Com a vossa ajuda consegui traduzir «Cape Verde: Marketing Good Governance» para «Cabo Verde e a sua mercadologia da boa governação». No entanto, na Internet tropecei num neologismo: "marketando".
Gostaria de saber a vossa opinião.
Obrigado pela atenção e pelo trabalho, de primeira categoria, que fazem. As minhas visitas são quase diárias.
O verbo correspondente ao substantivo vivissecção
Procurei em cinco ou seis dicionários e não encontrei verbo que corresponda ao substantivo vivissecção. Custa-me a crer que não exista... Presumo que, à semelhança do par dissecção/dissecar, seja "vivissecar".
Peço o vosso parecer, que desde já agradeço.
As reticências (em poesia)
Por que em poesia, após as reticências, ora são usadas letras maiúsculas, ora... minúsculas? Nas trovas a praxe é usar apenas o primeiro verso em letra maiúscula, mas... e a pontuação?
E quando usar as reticências?
