Gentílicos das capitais da Argentina e do México
Quais são os respetivos gentílicos das capitais da Argentina e do México?
Isso no idioma português. Sabem me dizer na realidade?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
O anglicismo misnomer
Em inglês, o útil termo misnomer designa «um nome que é aplicado incorretamente ou inadequadamente», como por exemplo panda-vermelho (que não é panda, nem sequer da família dos ursos). Será considerável como um tipo de solecismo?
Qual seria um bom equivalente para esta palavra em português? "Erronome"/"erronímico" (e daí "erronomia")? "Irracionome"/"irracionímico" ("irracionomia")?
Conjugação pronominal reflexa de sujar
Por favor, a frase: «Sujou-se com graxa para compor o personagem.»
Qual a classificação do sujeito do verbo «sujou-se»? Qual a função sintática do pronome se?
Obrigado
Subclasses verbais e frase passiva
A minha dúvida prende-se com a subclasse dos verbos, considerando a ativa e a passiva.
A propósito da frase «Quando a pergunta me foi feita» (não estando expresso o complemento agente da passiva), encontrei uma ficha com uma questão para indicar a subclasse do verbo fazer, dando como solução transitivo indireto. Ora, esta situação levou-me a considerar o porquê de se admitir que o complexo verbal passivo peça complemento indireto (me) e se ignore o facto de o sujeito da frase passiva constituir um complemento direto na ativa. Ou seja, na ativa o verbo fazer é transitivo direto e indireto.
Passando para a passiva, essa classificação mantém-se (uma vez que a ação é a mesma) ou altera-se?
Mas, se é diferente, por que motivo consideraram que o complexo verbal «foi feita» pede complemento indireto (comum à ativa e passiva – «foi feita a quem?») e não se considera que selecione também complemento agente da passiva («foi feita por quem?»), não existindo nas subclasses do verbo principal uma para este tipo de complemento...(o transitivo indireto seleciona complemento indireto ou oblíquo, mas não encontrei em nenhuma gramática o complemento agente da passiva).
Faz-me confusão considerar o que é óbvio (o me que se mantém nas duas formas) e ignorar o que fica por esclarecer...
Reconhecendo que esta seria daquelas perguntas que não se fazem, a estar feita, surgiu-me a dúvida e, independentemente da utilização da questão da ficha, gostaria de a esclarecer.
Vírgulas e advérbio entre verbo e complemento
Li a seguinte citação, apud Celso Luft:
«[...] não se deve pôr entre vírgulas o advérbio situado entre o verbo e o complemento. Hoje isso é prática comum, mas indefensável, no jornalismo e no estilo oficial. Escreve-se, por exemplo: ‘chegou, ontem, de São Paulo’ ‘não recuperou, ainda, os sentidos’ ‘comprou, agora, duas casas’; ‘demitiu-se, também, do Ministério’. Não há pausa em tais sequências: portanto, não se justifica a vírgula. Só num caso, excepcional, de ênfase ou de cabível relevo (Gladstone Chaves de Melo, Gramática fundamental da língua portuguesa, 3. ed., Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 1978, p. 248).»
Se possível, gostaria de saber mais informações sobre essa regra. Costumo utilizar esse tipo de vírgula para isolar o advérbio, então fiquei receoso de estar cometendo um equívoco. Contudo, não encontrei outros materiais tratando (,) especificamente(,) do tema.
Muito obrigado!
R depois de L, N e S
Queria perguntar se se pronuncia a letra R que vai depois das letras S, N ou L como R forte, da maneira espanhola ou não.
Por exemplo a palavra honrar – [onrrar], no lugar de [onrar].
Obrigado.
A expressão «há um ror de dias»
Aluísio Azevedo, em Casa de Pensão, pág. 233, diz: «Qual, nhô, ele está assim "a" um 'ror de dias!»
Não deveria ser «há» ou «faz um ror de dias»?
Muitíssimo obrigado!
A expressão «autor matriz»
Num contexto mais específico, a questão é: «autor-matriz» ou «autor matriz»?
Num contexto mais abrangente, a questão é: justifica-se (e, se sim, em que medida) o uso de hífen em «matriz»?
Muito obrigado.
Os verbos supor e pressupor
Gostaria de saber se há alguma diferença entre os verbos supor e pressupor.
Seria bom apresentar exemplos de uso ou fornecer mais detalhes para demonstrar como esses termos são aplicados em diferentes situações.
Agradeço a quem puder elucidar a minha dúvida sobre essa distinção.
«Na tua irreverência se vê a tua singularidade.»
«Na tua irreverência se vê a tua singularidade.»
O se nesta frase pode vir antes do verbo?
