A pronúncia e a grafia
Levando em conta as explicações dadas por Helena Figueira:
«Ao contrário da ortografia, que é regulada por textos legais (ver o texto do Acordo Ortográfico), não há critérios rigorosos de correcção linguística no que diz respeito à pronúncia, e, na maioria dos casos em que os falantes têm dúvidas quanto à pronúncia das palavras, não se trata de erros, mas de variações de pronúncia (...)»
É legítimo isso aplicar-se às chamadas consoantes mudas? O novo acordo preconiza Egito como ortográfica e foneticamente correcto; porém, eu e várias pessoas que conheço (zona centro-norte) pronunciamos esse país com o p. Trata-se então de uma variação de pronúncia regional aceitável? E, sendo aceitável, devemos continuar a escrever Egipto, ou a nossa ortografia tem de seguir a fonética culta, de Lisboa (Egito)?
Não havendo critérios rigorosos, significa isso que não podemos dizer a alguém, em rigor, que pronuncie escrita como [escripta] que está incorrecto?
«Entrar na rua» = «virar na rua»
Estou com uma dúvida.
Quando vou informar que estou chegando em uma determinada rua, qual a forma correta em falar:
«Estou virando na rua XPTO agora», ou «Estou entrando na rua XPTO agora»?
Aumentativos de tempo e formiga
Qual o aumentativo das palavras tempo e formiga?
Uns, pronome quantificador
Na frase: «Dou a uns e a outros», a palavra uns é pronome? Determinante não é, mas não o consigo "encaixar" nas diferentes subclasses dos pronomes que conhecemos. Já pesquisei em várias gramáticas, mas nenhuma me conseguiu resolver esta dúvida.
O valor dos sufixos -itude e -idão
Gostaria de saber se existe alguma diferença semântica entre os sufixos -itude e -idão, como no caso amplitude/amplidão.
A origem de Merufe, Merim e Merlim
Qual a origem de Merufe, Merim e Merlim?
A regência verbal de advertir
Peço o favor de me informarem qual a expressão correcta:
– «advertir (alguém) que»;
– «advertir (alguém) de que».
Agradeço a atenção, e congratulo o Ciberdúvidas pelo seu precioso contributo para a língua portuguesa e seus falantes.
Ainda «Veja(m)-se as seguintes...»
Na consulta a Sandra Duarte Tavares, em 14/02/2012, sob o título Análise de «Veja(m)-se as seguintes...», estranhei a resposta. No Brasil só admitimos o plural, considerando que se trata de voz passiva analítica, em que o sujeito é «as seguintes», e a partícula se é pronome apassivador.
Humildemente e no meu fraco entender a respeito de outras possibilidades, quero saber qual seria a função da partícula se no caso de usarmos o singular «Veja-se as seguintes».
«Quem gostaria de falar com...?»
(e o verbo falar com outras seis preposições)
(e o verbo falar com outras seis preposições)
Quando atendo o telefone e me é pedido para falar com alguém, posso perguntar: «Quem gostaria?»
É errado usar o futuro do pretérito na tentativa de identificar gentilmente o interlocutor?
As funções dos pronomes ele e lhe
Ao analisar a frase «O cavaleiro entregou ao rei a longa espada que ele lhe pedira», quais as funções sintáticas de ele e lhe?
