Indicativo e conjuntivo nas orações temporais
Como se estruturam as orações temporais que implicam o uso dos modos indicativo e conjuntivo, nomeadamente os critérios para a seleção de um modo em detrimento de outro, no caso de conjunções/locuções conjuncionais que aceitam ambas as possibilidades?
Muito obrigada.
O presente e o pretérito perfeito no discurso indireto
A regra manda que o presente passe a imperfeito, e o perfeito, a imperfeito.
Assim:
1. «Eu como uma maçã.» – «Ela disse que comia uma maçã.»
2. «Eu comi uma maçã» – «Ela disse que tinha comido uma maçã.»
Mas posso também dizer:
3. «Ela disse que come uma maçã»/«Ela disse que comeu uma maçã»?
Estão incorretas estas frases, ou já não são discurso direto?
Parabéns pelo vosso trabalho.
A pronúncia correspondente à letra o
Gostaria de saber se existe alguma regra que defina o som da letra o: quando se lê "ó", "u" ou "ô".
Muito obrigado.
Colocação do pronome átono depois de expressão circunstancial introduzida por todo
Qual a forma correcta?
«Todos os anos a história se repete», ou «todos os anos a história repete-se»?
Obrigado.
A etimologia de esposo e esposa
Donde vieram as palavras esposo e esposa?
Sampetersburgo e São Petersburgo
«S. Petersburgo»: defendem esta grafia do nome da cidade?
Пулково (em russo) = Pulkovo (em português)
Como se deve escrever em português o topónimo russo que dá nome ao Observatório Astronómico de Pulkova [se esta forma for, de facto, a correcta], de S. Petersburgo [defendem esta grafia da cidade]?
Muito obrigada.
A locução adverbial «ao máximo»
Quem respeita alguém... respeita «ao máximo», ou «o máximo»?
Logopedia e logopedista
Perante a dificuldade em encontrar a informação que pretendo nos dicionários a que habitualmente recorro, aqui estou eu de novo a solicitar a vossa preciosa ajuda.
Como se designa o profissional da logopedia que, de acordo com a Infopédia, é «parte da foniatria que se dedica ao estudo e tratamento dos distúrbios da fala».
Muito obrigada.
Aspiração do t no português de Portugal
Gostava de saber donde vem a pronúncia plosiva do som [t] no fim de palavra que articulam muitos apresentadores da televisão e da rádio, não sei se vem duma influência do inglês ou se é feita por afectação para soarem mais chiques.
