Sobre os pronomes pessoais tu e ti
Existe alguma forma objetiva/fácil de explicar a um aluno estrangeiro a diferença entre a utilização de tu e ti?
Um muito obrigada de antemão.
Palavras do campo lexical de artes
Tendo por base a frase «Seja bem-vindo ao mundo das artes, ao mundo do cinema.», pede-se que o aluno construa um campo lexical, apresentando vocábulos do domínio de «artes». Neste sentido, aceitei vocábulos como literatura, cinema, teatro....
A minha dúvida é a seguinte: poderei aceitar palavras como artista, desenho, pincel, tela, tinta, ator, como exemplos de vocábulos pertencentes ao campo lexical de «artes»?
Agradeço antecipadamente a vossa preciosa ajuda.
A abreviatura de linhas e outras de uso corrente
Gostaria de saber qual a abreviatura para a palavra linhas: ls e/ou ll?
Obrigada.
Orações não finitas infinitivas
Será que me poderiam ajudar a classificar a oração subordinada não finita que está presente nas seguintes frases: "Sinto-me incapaz de pensar" e "O poema era fácil de analisar". Ambas as orações exercem a função sintática de complemento do adjetivo, mas não consigo classificar qual a oração. Grata pela vossa ajuda.
«Uma mensagem que (a) comunicar»
Qual é mais correto: «Deram-me uma mensagem que comunicar» ou «Deram-me uma mensagem a comunicar»? «Disseram-me os passos que dar na obra» ou «disseram-me os passos a dar na obra»?
Outra pergunta: diz-se «ordenar alguém sacerdote» ou «ordenar alguém como sacerdote»? Diz-se, também, «sagrar alguém sacerdote» e «ungir alguém rei»? Sendo assim, deve, também, dizer-se «coroar alguém rei» e não «coroar alguém como rei»?
Grato, como sempre.
Predicado e complemento direto
Tenho uma dúvida que há muito tempo me incomoda. Tudo que desejo entender é se locução verbal possui algum complemento, seja objeto direto ou indireto. Como nesse exemplo bastante simples: «Eles estão procurando emprego». A palavra «emprego» seria considerada objeto direto da locução?
O hífen com o termo geral
Em primeiro lugar, obrigado pelo canal. É muito bom saber que temos alguém em quem nos apoiar para esclarecer uma dúvida. Em segundo lugar, o que vocês fazem em prol da Língua Portuguesa, tornando-a mais simples e desmistificada, é sensacional.
Gostaria muito que me fosse esclarecida a seguinte dúvida: uma procuradoria é um órgão público que funciona como um escritório de advocacia. Suponho que em Portugal seja igualmente. Pode ser Procuradoria da República, da União e por aí vão as denominações. Uma Procuradoria-Geral (no site do VOLP - Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, consta o vocábulo com hífen) uma Procuradoria Regional ou Seccional. Quando devo usar com hífen e por que razão. Pelas pesquisas que efetuei, acredito que só caiba o hífen na Procuradoria-Geral. No entanto, gostaria de uma análise mais detalhada, por favor.
Cá fora, então e já
Nas frases «Cá fora, havia nevoeiro, ou então um espesso teto de nuvens baças.» e «então» é um advérbio ou não? ,«cá fora» são dois advérbios ou é uma locução adverbial?
Outro exemplo: «Detinha-me para comprar o cartucho de castanhas, que logo metia nos bolsos já largueirões do casaco.» . O «já» o que é neste contexto? Advérbio não me parece...
«Um dos mais queridos»...
Qual a frase correta: «Deixe aqui a sua questão a um dos cantores mais querido dos portugueses...» ou «Deixe aqui a sua questão a um dos cantores mais queridos dos portugueses...»
Um exemplo de discurso indireto livre
Tenho dificuldade de fazer a conversão do seguinte discurso:
«Que vontade de voar lhe veio agora! Correu outra vez com a respiração presa. Já nem podia mais. Estava desanimado. Que pena! Houve um momento em que esteve quase...quase!»
