De onde surgiu a expressão "favas contadas"?
É verdadeira a explicação de que tem a ver com eleições feitas usando-se favas para contar os votos?
Devo considerar o complemento «a pagar» da frase «procedam à intimação a pagar» como oração completiva nominal reduzida de infinitivo, deixando o verbo obrigatoriamente no singular?
Ou posso considerá-la como oração adverbial final, nesse caso, deixando o verbo na terceira pessoa do plural (porque, esclarecendo o contexto, a intimação é de várias pessoas)?
Grato desde já.
Qual a formulação correta: «dar o nome de x», ou «dar o nome x»?
Se, no caso do verbo chamar, é importação do Brasil a utilização da preposição de, será que na designação «dar o nome» se deve apor a preposição de, ou ela também está a mais?
Venho pedir a vossa ajuda acerca de uma dúvida relacionada com o valor aspetual.
A frase «A leitura de romances é um hábito» apresenta um valor aspetual genérico ou habitual?
Muito obrigada pelo vosso esclarecimento.
Se no inglês se pode empregar a palavra unchemical para «não químico», porque é que no português não temos algo do mesmo género, como por exemplo "aquímico"?
Pesquisando em dicionário o significado da palavra outrossim, vi que é um advérbio equivalente a bem assim, da mesma forma. Encontrei na gramática metódica de Napoleão Mendes de Almeida como se conjunção explicativa fosse e, ainda, encontrei em outros livros mais duas classificações para ela: como conjunção adversativa e também aditiva, ou seja, há inúmeras funções para esta palavra.
Diante disso, o que questiono é o que, de fato, considerar como certo, afinal, o que diríamos a um aluno ou mesmo a uma pessoa ávida estudiosa da língua portuguesa, se esta nos fizesse essa pergunta?
Como se pondera as informações e se chega a um consenso, a uma verdade? O que se leva em consideração para esse tipo de investigação?
Consultando o Dicionário Escolar das Dificuldades da Língua Portuguesa de autoria de Cândido Jucá (filho), eis que tive uma surpresa ao visualizar o verbete durante, pois nele conta o registro da locuções «durante que» como sinônimo de enquanto, algo novo pra mim , pois nunca havia visto nas gramáticas que consultei .
Assim queria saber, por gentileza, se essa doutrina é ensinada por outro gramático ou lexicógrafo.
«(…) durante que , conj.- enquanto. Houve uma pequena pausa, durante que o Pé. Molina contemplava a festa ( Alencar).(…)»
No verso «e quase que sobre ele ando dobrado» do poema «Julga-me toda a gente por perdido», de Camões, que recurso expressivo é utilizado?
Obrigada.
Poderia me informar se há doutrina apresentada por algum gramático sobre o uso do advérbio apenas como sinônimo de mas, pois, vendo o verbete apenas no Grande Dicionário Sacconi, encontrei a seguinte acepção para este vocábulo:
«[…] conj.3.Mas; antes: O homem não pedia, apenas implorava.»
Quando usar gigante e quando usar gigantesco?
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