DÚVIDAS

Reforma gramatical
Gostaria de pedir-lhes que me respondessem à questão sobre a reforma ortográfica, mas enfocando uma "reforma gramatical", na qual as formas correntes no Brasil, como o uso indistinto da próclise, possam ser admitidas como corretas. Gostaria de saber a posição dos senhores a respeito; afinal, é correto dizer que 150 milhões de brasileiros falam erroneamente? Melhor não seria liberar a posição pronominal, para que ficasse ao gosto do usuário?
Mulheres na tropa
Por imperativos legítimos de igualdade, agora temos mulheres na tropa e, possivelmente, alferes com licença de parto. Gostava de saber como é que os e as militares estão a denominar na prática vários nomes que, até há pouco, só eram utilizados no masculino. Em alguns casos, como militar, grumete, guarda-marinha, alferes, almirante, o nome será invariável (alferes vem do árabe "al-fáris", «cavaleiro; escudeiro»; e, apesar do seu carácter masculino, parece-me aguentar os dois géneros...). Mas soldado? E cabo, furriel, sargento, piloto, aspirante, tenente, capitão, comandante, capitão-tenente, major, tenente-coronel, coronel, chefe de Estado-Maior, brigadeiro, comodoro, general, marechal, comandante-chefe? Pode o precioso Ciberdúvidas fazer um balanço das novas denominações femininas das forças armadas portuguesas? Muito obrigada.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa