Gostaria de saber o que é que nos indica o género dos países (a França, o Portugal, o Brasil, etc.), ou das cidades (o Porto, a (?) Lisboa, a (?) Braga, etc.).
Olá, tenho dúvidas neste termo, sou professora de português na Espanha e um aluno me perguntou o que seria correcto...
As crianças vêem muito televisão ou as crianças vêem muita televisão?
Espero a resposta de vocês e desde já agradeço.
Um abraço.
Gostaria de saber a origem da palavra engarrafamento (relativo a trânsito). Sei que vem da palavra garrafa, mas gostaria de saber o porquê de sua aplicação para aplicação para designar trânsito congestionado.
Obs.: Estou curiosa porque também no francês é: embouteillage (de bouteille); e no espanhol: embotellamiento (de botella).
Estou presentemente a viver nos Países Baixos e ao falar com pessoas de diversas nacionalidades elas ficam espantadas de a nossa língua soar muito diferente do espanhol e acham que é mais semelhante ao russo. Há uma razão histórica para tal?
Como se deve conjugar o verbo gerir no presente do indicativo?
"É evidente que não é correcto dizermos «anos sessentas», porque também ninguém diz «sessentas anos». Realmente, não se compreende tal maneira de dizer, tanto mais que sessenta já indica pluralidade. Do mesmo modo, diremos anos oitenta, etc..
Cf. Anos sessenta, outra vez e Anos sessenta, de novo.
José Neves Henriques."
Desculpe-me, mas gostaria de fazer uma observação a respeito de sua resposta acima. É o seguinte: Se temos sessenta e um, sessenta e dois, etc., não temos aí vários "sessentas"? Isso não explicaria, então, a forma "anos sessentas"? Números também vão para o plural, não vão? É o caso de prova dos noves...
Grato por sua atenção e comentário.
Por gentileza, a frase "Desabrigados é (ou são) problema"? E como ficaria se começasse com determinantes (os, aqueles, estes, etc.)?
Grato pela paciência.
O que é seminário?
Meu desejo é que me envie não o maior número de notas sobre esse "tema", mas sim proposições que possam enriquecer meu trabalho de estudos independentes a nível de argumentatividade. Para que eu possa com este material, através de reflexões, apontar mudanças na instituição em que estudo. Meus agradecimentos.
Na resposta “cacofonias”, de 7/1/98, José Neves Henriques escreve: «Nem todos são de opinião de haver cacofonia em “alma minha gentil”, porque, dizem, no tempo de Camões pronunciavam assim: /álmà minha/.» Portanto, existe a tese de que era mais aberta a pronúncia das vogais no século XVI, em Portugal, o que influenciou a prosódia da variante linguística do português do Brasil.
Mas não sei se Fernando V. Peixoto da Fonseca estará de acordo com essa tese, quando, na resposta “Origem da Língua Portuguesa no Brasil”, de 19/3/99, atribui as diferenças de pronúncia entre ambos os países «fundamentalmente ao adstrato linguístico dos escravos, que falavam diversas línguas africanas, sobretudo de Angola, da serra Leoa, da antiga Guiné, etc.»
Poderá o indispensável Ciberdúvidas esclarecer esta aparente contradição?
Procurei em dois Dicionários da Língua Portuguesa, ambos ‘on line’, os termos acima transcritos e, para meu espanto, enquanto que o Dicionário Universal da Texto Editora não reconhece "menosprezável", sugerindo o uso de "menosprezível", o Dicionário da Porto Editora tem a resposta contrária: reconhece "menosprezável" e desconhece "menosprezível".
Gostaria de saber se ambos os termos existem ou, no caso de apenas um deles ser aceitável, qual é.
Desde já agradecida.
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
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