Fátima Dias, professora do 1.º ciclo, a leccionar na escola EB1 de Curvaceiras e a fazer estudos de poesia infantil contemporânea.
Tenho necessidade de saber em que obra se encontra inserida a poesia de Matilde Rosa Araújo: "Formiguinha Descalça" para que possa explorar na íntegra tal obra junto dos alunos de 4.º ano de escolaridade.
Muito agradeço a atenção dispensada.
O que é a poesia experimentalista?
O que é a «revista poesia 61»? E a «revista árvore»?
Secretários apóiam. A frase esta correta? A palavra "apóiam" é mesmo acentuada?
O que são verbos acurativos, dicendi e onomatopéicos?
O que acha da evolução da língua na sociedade de informação através das novas tecnologias?
Sou estudante e gostava que me esclarecessem a diferença entre expressões fraseológicas e expressões idiomáticas. Se possível, com a ajuda de exemplos.
Obrigado.
Diferença entre tema, assunto e motivo.
Afirma o Sr. F. V. Peixoto da Fonseca que as construções "estar dormindo" e "estar a dormir" "são praticamente sinónimas". Com isto, supõe, quero crer, que não são totalmente sinônimas. Peço a gentileza de identificar com clareza aquelas situações em que as duas formas não são sinônimas.
Por outro lado, estou imensamente curioso em conhecer, no original, o trecho do parecer das autoras Deolinda Monteiro e Beatriz Pessoa – citadas pelo consulente Francisco, que acedeu desde a Finlândia – que defendem a diferenciação de significado entre as duas fórmulas. Será possível prestar-me (a mim e aos demais visitantes desta página) o favor de reproduzir a íntegra desse trecho? Caso não esteja ao alcance de Ciberdúvidas o texto em pauta, dirijo meu apelo ao próprio Francisco, com minha antecipada gratidão.
Aproveito para registrar minha estranheza ante o fato de ter o Sr. Peixoto da Fonseca afirmado que "a forma com gerúndio (semelhante, por acaso, à construção progressiva em inglês) é dialectal." Pedirei ao autor que explique por que considera dialetal esta forma consagrada pela norma culta brasileira.
Talvez valesse a pena que o Sr. Peixoto da Fonseca acrescentasse, na tréplica que houver por bem divulgar, por que razão mencionou ele a semelhança ("por acaso") entre o "estar + gerúndio" e a forma progressiva em inglês. Espero que não esteja o ilustre consulente inferindo (a inferir) que a influência inglesa "caiu" casualmente no falar brasileiro, algarvio e alentejano, e aí fixou raízes. Nunca é demais recordar, a propósito, que o "estar + gerúndio" é forma correta (e única aceitável, no caso específico) na língua espanhola. Caso admitamos que seu uso no mundo lusófono é decorrência de influência estrangeira, será mais razoável supor que este fenômeno tenha tido sua origem no padrão ibérico, jamais anglo-saxão.
Finalmente, cumpre-me ressalvar: não duvido do descortínio do Sr. Peixoto da Fonseca, e estou seguro de que sua resposta será convincente e enriquecedora para todos nós.
Obrigado.
No Brasil só se diz Iugoslávia, ao passo que em Portugal unicamente se ouve e escreve Jugoslávia. Qual é a vossa opinião?
Este é um espaço de esclarecimento, informação, debate e promoção da língua portuguesa, numa perspetiva de afirmação dos valores culturais dos oito países de língua oficial portuguesa, fundado em 1997. Na diversidade de todos, o mesmo mar por onde navegamos e nos reconhecemos.
Se pretende receber notificações de cada vez que um conteúdo do Ciberdúvidas é atualizado, subscreva as notificações clicando no botão Subscrever notificações