de «obrigada» e «obrigados»? (2)
Como pode o Ciberdúvidas defender a utilização
de «obrigada» e «obrigados»? (2)
de «obrigada» e «obrigados»? (2)
Li com atenção a observação e a resposta Como pode o Ciberdúvidas defender a utilização de «obrigada» e «obrigados?». Continuo sem resposta quanto à afirmação no Ciberdúvidas de F. V. Peixoto da Fonseca em 23/01/2004: «Falta desde já acrescentar que mesmo uma senhora pode dizer obrigado, dado que o vocábulo também já se encontra registado como interjeição, invariável portanto neste caso.»
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“Delete” diferente de delir (de novo)
«Delir tem outra origem, o latim diluere» Equívoco de F. V. Peixoto da Fonseca? Todos os dicionários que consultei não deixam margem para dúvidas: «delir v. tr. do latim delere» No exemplo dado por L. Fraser Monteiro, "delido" é Particípio Passado de "delir", o que também nada liga a "diluere" . Outra palavra correntemente usada é "indelével" (latim in + delebilis = que não pode ser delido).
Listas não numeradas
Gostava de contar com a vossa ajuda para o esclarecimento de um conjunto de dúvidas referente à utilização de listas não numeradas em documentos. Para tal considerem, por favor, o seguinte extracto do documento: «Alguns aspectos motivaram, na altura, a ascensão do conceito de reforma do sector público, concretamente: . A crise vivida no sector – durante a década de 70 assistiu-se a um crescente reconhecimento da existência de problemas, nalguns países considerada mesmo situação de crise, no funcionamento do sector público, gerando-se a percepção de que algo deveria ser feito para ultrapassar essa crise; . O poder e a vontade política – associado, por um lado, ao reconhecimento da existência de uma crise e à necessidade de fazer algo para a ultrapassar, e por outro lado, à existência de novas ideias que sustentam o facto de que algo pode realmente ser feito, desenvolveu-se uma crescente vontade política para conduzir essa reforma, traduzida por uma postura de que a reforma seria efectivamente realizada.» Considerando o exemplo apresentado, gostaria de saber os vossos conselhos relativamente ao seguinte: 1) A utilização de listas não numeradas é correcta e aceitável ou, pelo contrário, não constitui uma forma de escrita adequada? 2) Podem ser utilizados como elementos indicadores de cada novo item da lista símbolos ("bullets" em inglês) tais como pontos, quadrados, setas ou outros elementos desse tipo (no exemplo apresentado foram utilizados pequenos pontos)? 3) É possível utilizar o travessão do modo apresentado no exemplo ou deveria utilizar outro elemento separador entre a ideia principal de cada item e a sua explicação? 4) Depois do travessão que aparece em cada um dos pontos a palavra deve ser escrita em minúscula (conforme se apresenta no extracto de texto, com as palavras "durante" e "associado") ou em maiúscula? Agradeço desde já a ajuda que me possam disponibilizar.
Análise sintáctica
Na frase do poema de Sebastião da Gama: «ficou-me,/ dos tempos de menino/ esta alegria ingénua/ perante as coisas novas», quais são as funções sintácticas? O sujeito é «esta alegria ingénua» ou essa expressão é o complemento directo. E o «me» é complemento indirecto? Enfim, gostava mesmo para analisar toda a frase…
Aver no lugar de ver
Exma. Sra. Dra. Edite Prada Vi hoje a sua resposta a uma pergunta sobre o verbo aver (ou avir-se?), a qual teve o condão de me "obrigar" a "levantar a pedra" que eu tinha colocado sobre a questão, para mim ainda mal resolvida, do «ter a ver/ter a haver com...». De facto, o verbo aver «também serve», e talvez melhor, para substituir o «indefensável» (apesar de tudo...) ver. Ouso, pois, solicitar-lhe que reveja os meus argumentos a favor do verbo haver, mas substituído este pelo aver. Se considerar que vale a pena, agradeço o seu comentário. Se não, ficarei com as minhas dúvidas reforçadas – mas não levarei a mal, em face do muito tempo e esforço que já se dignou despender com este assunto... De qualquer forma, obrigado pelos seus excelentes esclarecimentos no Ciberdúvidas.
A sintaxe na nova terminologia linguística
Dada a dificuldade experimentada por professores no que toca à nova nomenclatura no que diz respeito à sintaxe, gostaria de poder ver uma sistematização dos conceitos e respectivas designações assim como de ver estabelecida uma relação entre a nomenclatura tradicional e a reformulada. Por exemplo, como vamos designar o atributo, o complemento determinativo, o complemento agente da passiva, etc.? Como vamos designar o complemento pedido pelo verbo gostar? Complemento directo ou complemento preposicional ou ainda as duas coisas? O CD distribuído pelo ministério não dá resposta a estas e muitas outras dúvidas que se levantam.
Adjunto adnominal e modificador adjectival
Gostaria que me dissessem se as duas designações em título se equivalem ou se representam perspectivas diferentes de classificação.
O colectivo de berimbau
Uma bateria de berimbaus (capoeira) chama-se berimbalada ou berimbauada, já que o plural dessa palavra é berimbaus? Ajudem-me por favor. Obrigado!
A origem da expressão «ir de vento em popa»
Qual a origem da expressão «vai de vento em popa», quando se pretende transmitir que está tudo bem? Obrigado.
«Avaliação de diagnóstico» = «avaliação diagnóstica»
No ensino surge, frequentemente, a dúvida sobre a utilização adequada do termo Avaliação Diagnóstica. Há sempre quem utilize Avaliação Diagnóstica e Avaliação Diagnóstico. Gostaria que me esclarecessem qual é a expressão mais correcta.
N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
