DÚVIDAS

As frases subordinadas substantivas na nova terminologia
Na vossa explicação que vi sobre a sintaxe na Nova Terminologia detectei que se excluíram inúmeras designações novas que aí surgem e que na minha perspectiva complicam imenso a classificação das orações e alteram inclusivamente o conceito de «subordinada». Só como exemplo surge uma «frase» subordinada substantiva completiva adjectival, cujo exemplo é: Aprendemos um teorema [difícil [de [demonstrar]]] - esta última «frase» («de demonstrar») é assim classificada (B4.2.6.2.3.1 e B4.2.6.2.3.1.1) Um verbo substantivado é um verbo principal?Mais: a haver aqui qualquer tipo de subordinada, qual é a sua subordinante? O adjectivo adquire agora o carácter de oração subordinante??? Pergunto pois se isto é para ensinar aos alunos (tenho um 12.º com exame já com a Nova Terminologia) ou se se trata de algum erro.
Verbos abundantes
Conheço as regras de utilização das formas fracas e das formas fortes do particípio passado. No entanto, se apenas as formas fortes se usam como adjectivos, por que soa tão mal dizer «povo opresso» e melhor «povo oprimido»? E neste caso: «A ferida está infectada» está errado, porque o correcto será «A ferida está/ficou/... infecta», verdade? E no caso do verbo agradecer, utilizado na passiva: «A oferta foi-me grata pelo Pedro»? É que só as formas fortes são usadas na passiva e acompanham o verbo «ser»... Haverá alguma outra justificação para o facto de estas situações (que cumprem as regras, segundo penso) soarem tão mal? Será que o uso incorrecto tão frequente nos faz estranhar o que está realmente correcto?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa