DÚVIDAS

Ainda sobre a questão da intertextualidade e da recriação
No que respeita à resposta dada pela consultora Eunice Marta à minha pergunta, em 18/11/2005, devo dizer que não me resolveu a dúvida absolutamente. O caso que apresentei é evidentemente de intertextualidade, assim como uma paródia ou uma paráfrase. Quereria saber em qual espécie de intertextualidade se encaixa, se se poderia considerar uma recriação. Aguardo, se possível, uma resposta mais esclarecedora, a qual desde já agradeço.
Sobre o sufixo nominal -ota
O sufixo -ota, formador de gentílicos, tais como cairota, cipriota e italiota, porventura seria de origem grega e teria vindo para o português por intermédio do latim? Poderiam apresentar-me outros gentílicos do mesmo gênero? A terminação de Iscariotes, sobrenome de Judas, o apóstolo traidor, seria a forma grega do sufixo -ota? De Argos, Élis, Mális, Ptolomeu, Tebas, topônimos e antropônimo gregos já aportuguesados hoje, fizeram-se Argólida, Élida, Málida, Ptolomaida e Tebaida, também já inclusos na toponomástica do nosso idioma. Pois bem, pergunto-lhes se a terminação "ida", desses últimos, seria um sufixo grego construtor de topônimos. O final "opla", de Adrianopla e Constantinopla, seria uma forma alterada da palavra grega "pólis", que significa cidade? Muito obrigado.
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