Magnanimamente
Gostaria de saber se «magnanimamente» está correcto e porquê. Antecipadamente grata.
«Rir a bandeiras despregadas» + «de partir o coco a rir»
Qual é a origem das expressões «rir a bandeiras despregadas» e «partir o coco a rir»?
Mesoescala
Qual das versões está correcta: "mesoescala", "mesoscala" ou "meso-escala"?
O adjectivo disruptivo
Posso utilizar a palavra disruptivo? Em que circunstâncias e com que regras?
Regras de acentuação de reduções
Antes de mais, queria dar os parabéns à organização deste "site", que tanto faz pela língua portuguesa.
A minha dúvida diz respeito à entoação correcta de algumas reduções, como por exemplo:
Nefro+logia (grego) → nefro – «néfro»
Porno (grego) + grafia (grego) → porno – «pôrno»
Há alguma regra de acentuação nestas situações?
Obrigado.
Quem de direito
Tem estado na moda nos últimos anos a expressão «quem de direito», utilizada no sentido de «quem é responsável por» ou «a quem concerne uma questão».
Ouço recorrentemente frases como «pergunta a quem de direito» e outras do mesmo estilo. Apesar de perceber o significado da expressão, não percebo a sua construção (sem verbo) nem sei se estará correcta em português.
Queiram por favor fazer a gentileza de me esclarecer estes dois pontos.
Muito obrigada.
A origem de parabéns
Gostaria de saber a origem da palavra "parabéns".
Obrigada.
O gentílico de Maputo
Encaminho-lhes a dúvida surgida em conversa com amiga moçambicana: qual o gentílico de Maputo?
Grato.
Tuneladora
Tuneladora ou toneladora? Não vem referenciado no Dicionário de Língua Portuguesa de J. Almeida Costa e A. Sampaio e Melo da Porto Editora, 8.ª edição, 1998.
Operacionalizar, novamente
Depois que li o artigo no Correio Brasiliense, de 16 de Dezembro p. p., voltei a ficar em dúvida quanto à correção em usar a palavra operacionalizar. Eis a transcrição do Correio Brasiliense – Sábado, 16 de Dezembro de 2006 «... pérolas. Por exemplo, o neoverbo disponibilizar. É como ele diz: se você me oferecer, me der, me vender, me emprestar, talvez eu até venha a topar. Mas se insistir em disponibilizar, nada feito. Ou, se estiver contando comigo para operacionalizar algo, vou logo avisando: tire o cavalinho da chuva. Não operacionalizo nada para ninguém. Se quiser eu monto, realizo, aplico, ponho em operação. E se pedir com jeitinho, até implemento, mas operacionalizar, jamais! Também não agilizo coisa alguma. Nunca agilizei nada. Está lá no meu currículo...»
