A análise morfológica de comprá-lo-ei
Como se faz a análise morfológica de comprá-lo-ei?
Estar vs. está (Brasil)
Lendo trabalhos escolares da escola onde hoje leciono, deparei com um texto redigido por aluno e corrigido por um professor.
Texto do aluno: «Que motivos tenho eu para ESTAR falando sobre isso?»
Correção do professor: «Que motivos tenho eu para ESTÁ falando sobre isso?»
Sempre escrevi como o aluno escreveu. No meu raciocínio, se a locução equivale a falar, que está no infinitivo, o verbo auxiliar deve seguir a lógica desse verbo, atendendo ao seu tempo e ao seu modo. Assim aprendi. No caso, o infinitivo estaria flexionado na 1.ª pessoa do singular e, por isso, não apresenta desinência número-pessoal, o que dá a ele a aparência de um infinitivo não flexionado.
Questionado o professor, fui procurada por ele, que me afirmou o seguinte: «Trata-se de uma locução verbal, que equivale a "falar". Você deve estranhar o fato de a primeira pessoa do singular estar aqui, mas, como eu não poderia dizer "quem sou eu para ESTOU aqui", flexiono o verbo na terceira pessoa do singular, uma vez que o verbo auxiliar TEM DE ESTAR flexionado.»
Afinal, estou equivocada ao afirmar que o verbo estar, na frase «quem sou eu para ESTAR falando sobre isso» está, sim, flexionado? Ao que me consta, ele está na 1.ª pessoa do singular no modo infinitivo (no caso, pessoal e flexionado).
Por favor, gostaria de dirimir essa questão.
As palavras histamina e histamínico
Qual a legitimidade das palavras "estamina" e "estamínico"? Houaiss reconhece "estâmina", a qual não tem corrente aplicação.
O gentílico olegariense
O gentílico para Presidente Olegário (Minas Gerais, Brasil) é olegariense. Por que não é "olegarense", como se usa naquele lugar?
A diferença entre as palavras feitiçaria e bruxaria
Gostaria que me disponibilizassem a vossa ajuda relativamente a uma questão que surgiu quando realizava uma pesquisa.
Se existe alguma diferença de significado relativamente às palavras feitiçaria e bruxaria. Também se possível a etimologia das mesmas.
Agradeço desde já a vossa ajuda e continuem a efectuar o óptimo trabalho que têm estado a fazer.
O substantivo pombo e a categoria de género
Quanto ao gênero, como classificamos o substantivo pombo? Gostaria de saber se o correto é dizer «os pombos» ou «as pombas», sendo que o primeiro é o masculino do segundo. Obrigada.
A subclasse do advérbio porquê
«Gosto de te ver com a saia hoje, não sei porquê.»
Nesta frase podemos encontrar dois advérbios, não e porquê, correcto?
Gostaria ainda de esclarecer a que subclasse pertence o advérbio porquê.
Grato pela atenção.
O nome das especialidades gastronómicas
Antes de mais, queria felicitá-los pelo bom trabalho que têm desenvolvido.
Gostaria que me esclarecessem uma dúvida: o nome dos pratos gastronómicos, quando referidos no meio de um texto, devem ser escritos com letra maiúscula ou minúscula? Exemplo: «O concelho de Pombal privilegia os pratos à base de carneiro, como a Chanfana. Existe também o carneiro à regional, os enchidos e o arroz doce sem ovos.» Ou ainda: «Especialidades: Bacalhau forjado no fole e Cabrito da serra de Sicó.»
Mais uma vez grata pela atenção.
A grafia de «mal súbito»
Qual a forma correta: mau-súbito? mal-súbito? as duas formas? com ou sem hífen?
Sobre numerais e determinantes
Os numerais são sempre determinantes? Se dissermos «Eu comi um bolo e tu comeste dois», dois é um determinante mesmo sem ter um nome à sua frente? E um é um determinante numeral cardinal, ou um determinante artigo indefinido? Se eu disser «Houve uma catástrofe na China», uma é numeral ou artigo?
Muito obrigado.
