O processo de formação da palavra inexistente
Inexistente é uma palavra derivada por prefixação e por sufixação?
A regência do sustantivo comentário
Como se diz correctamente?
«Comentário do» ou «comentário ao»? Por exemplo, «Comentário do Código de Processo Penal», ou «Comentário conimbricence ao Código Penal»?
Obrigada!
O uso de bom senso
Como é correcto?
«Ele tem mais bom senso», ou «Ele tem melhor senso»?
«Ele tem mais mau senso», ou «pior senso»?
«Maria e seus pares»
Qual o certo? «Maria e seus pares», ou «Maria e suas pares», em se tratando só de mulheres?
A origem do apelido Garcez/Garcês
Gostaria que me informassem a origem do meu apelido Garcez, e como é que se escreve? Com z ou s, e se com z, como escreve a minha família, leva ou não acento circunflexo?
Obrigado.
A publicação dos livros brasileiros em Portugal
Julgo que não me terei expressado bem quanto à pergunta anterior sobre a publicação dos livros brasileiros em Portugal.
O que eu queria dizer era: se nós já temos muitas dúvidas no que diz respeito à gramática (como bem atesta este site), então, depois de os tais livros de autores brasileiros começarem a ser publicados com a norma brasileira (pelos vistos já os há), não se tornará ainda mais complicado aprender a gramática (ainda que isso seja, por um lado, benéfico)?
Se hoje há uma grande percentagem de pessoas com dúvidas gramaticais em Portugal, então, com a publicação desses autores brasileiros consoante a norma brasileira, pior vai ser.
Julgo que não ver isto será escamotear um problema que está à vista de todos.
Julgo que a grande diferença nas duas normas está mais nessa diferença gramatical do que propriamente numa grafia em comum.
Não estou contra os termos do Acordo, mas sim os problemas que daí virão.
Será uma confusão total nas cabeças das pessoas quando se confrontarem com gerúndios e próclises etc., o que levará muitas pessoas a se perguntarem quem afinal está certo ou errado e sobretudo como se deve ou não escrever e falar.
Muito obrigado.
A substantivação de adjectivos qualificativos («o engraçado é que»)
Em «o engraçado é que...», «o engraçado» equivale a «a coisa engraçada»? Então, tanto faz dizer «pediu-me que lhe trouxesse a primeira coisa que encontrasse» ou «pediu-me que lhe trouxesse o primeiro que encontrasse»? Acredito que não, mas não sei explicar o porquê.
Ainda a respeito de «o engraçado é que», há uma regra para explicar este tipo de construção?
Desde já lhes agradeço a vossa ajuda.
Vírgula antes das conjunções e e que (explicativo)
Nos períodos abaixo, o emprego da vírgula é obrigatório, facultativo, ou não cabível? Favor justificar.
1) Dize-me com quem andas, e te direi quem és.
2) Dize-me com quem andas, que te direi quem és.
Muro, alvenaria, taipa
Gostaria que me esclarecessem quanto ao verdadeiro significado da palavra muro. No meu entender, esta palavra envolve alvenaria, mas, já li na Internet e em certos dicionários que um dos significados possíveis seria «taipas» — dicionário Priberam (inclusive termina com etc.).
A palavra desviacionista
Existe a palavra desviacionista em língua portuguesa? O dicionário que possuo não a regista.
Obrigada.
