Consultório - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Audrey Mattos Estudante Rio Claro, Brasil 42

Em português europeu, o sufixo -oco/-oca serve para fazer o aumentativo ou o diminutivo?

Vi, num material da Editora Leya, que servia para diminutivo. Como exemplos, davam as palavras bicharoco, fraldoca e pernoca. No entanto, no dicionário online Infopedia.ptpernoca é referida como aumentativo de perna e bicharoco como bicho repugnante (fraldoca não consta).

Qual o uso correto, em português europeu?

Francisco Pires Estudante Jyväskylä, Finlândia 42

Gostaria de saber qual é a tradução da palavra italiana bruschetta. Todos os dicionários em que procuro, põem a mesma palavra como tradução.

Muito obrigado.

Paula Campos Jornalista Lisboa, Portugal 42

Não encontrando resposta cabal no que já foi esclarecido aqui sobre a palavra em epígrafe, faço meu, também, o pedido do humorista Ricardo Araújo Pereira ao Ciberdúvidas, num recente Governo Sombra, na SIC Notícias: dada as suas duas grafias – clítoris/clitóris --, ela é esdrúxula ou não?

Victor Silva Designer Bairros, Brasil 42

Tenho uma dúvida referente a um assunto que, por vezes, me tira o sono, a saber, a tal regência verbal.

Lendo um artigo, deparo-me com o seguinte trecho:

«Para ter um corpo magro e saudável não basta cortar calorias. Os métodos de emagrecimento mais eficazes são aqueles *em que* tanto a dieta quanto os exercícios fazem parte da rotina de quem pretende eliminar os quilos extras.»

A dúvida logo surgiu: por que a preposição em está antes do pronome relativo? Qual termo a está regendo?

Certo do auxílio, agradeço pelo tempo gasto.

Maria Cristina Neto Abrantes Alcobia Perry Tradutora Lisboa, Portugal 42

No campo da informática em português, o termo front-end é deixado em inglês.

Como transpor então micro front-end para português?

Pode-se compor uma palavra com termos de línguas diferentes, ficando "microfront-end"? Não se tem de deixar a parte inglesa em itálico?

Muito obrigada pela vossa ajuda.

Patrícia Silva Assistente Administrativa Lisboa, Portugal 42

Li vários dos vossos artigos sobre próclise e ênclise, mas continuo com uma dúvida: numa locução verbal com o verbo "ajudar" como auxiliar, é legítima a próclise ao verbo principal?

Por exemplo:«Descubra recursos que ajudam a se preparar para o que aí vem.»

Ou só é correta a ênclise ao verbo principal, i.e., «Descubra recursos que ajudam a preparar-se para o que aí vem»?

Muito obrigado desde já.

Pedro Silva Lavrador Seixal, Portugal 42

Existe o verbo "coerctar", de coerciva, coercitiva, coerção, etc.?

No caso de não existir, há alguma alternativa suficientemente eficaz no sentido da "força", "objectividade" e "agilidade" do termo?

Agradeço a atenção.

Hugo Ferreira Investigador Coimbra, Portugal 42

Uma pessoa que resida em qualquer uma das várias freguesias de Meãs (espalhadas por Portugal, Meãs, Meãs do Campo, etc.) qual o nome correto quando nos referimos a eles?

"Meãseiros"? "Meanseiros"? Ou outra forma?

André Felipe Técnico em química Piracicaba, Brasil 203

Por favor, eu gostaria de sanar uma dúvida sobre teoria da comunicação.

Eu estava estudando esse assunto e me deparei com o seguinte conceito sobre comunicação:

«É um processo que envolve a troca ou compartilhamento de IDEIAS entre 2 ou mais interlocutores por meio de signos (verbais ou não verbais), regras semióticas convencionadas e mutuamente entendíveis."

Desculpe se parecerem óbvios os questionamentos abaixo:

Um "bate-boca" entre pessoas no qual há ocorrência de palavras vulgares é considerado comunicação? Uma "conversa fiada" idem?

O motivo dessa minha dúvida é que eu tenho para mim que o significado de ideias se refere a algo mais intelectualizado, mais pensado teorizado e afins, uma vez que palavras obscenas e conversa fiada nada teriam a ver com intelectualidades, teorizações, pois parte de uma situação mais espontânea, que não passou por uma reflexão dos interlocutores. Entendem minha dúvida?

Um YouTuber disse uma vez: «Pessoas intelectuais falam sobre IDEIAS e pessoas INCULTAS falam sobre pessoas.»

Fiquei pensando sobre isso...

Desde já, obrigado a vocês!

Farajollah Miremadi Engenheiro Lisboa, Portugal 190

Podiam esclarecer se a resposta dada em "O relativo quem e a preposição a" está em contraste com o que já se tinha dito na resposta "O emprego dos relativos que e quem" (26/09/2018, ponto iii), no qual se diz que «quem não pode ter a função de sujeito, nem complemento direito»?

Segundo o primeiro documento, quem pode ter qualquer destas funções, como podemos ver nos exemplos 4 e 5 ali.

Como é que é possível que a frase «Sei quem a Rita encontrou no cinema» esteja correta, enquanto a frase «Chegou o rapaz quem conheci» é gramatical?

Será forma correta se removermos «o rapaz» e dissermos «Chegou quem conheci»?