Novamente perco (perder)
Porque a 1.ª pessoa do presente do indicativo de perder é perco em português?
Arrumar e arranjar
Pedia o vosso parecer sobre os segmentos destacados e perguntava ainda se o verbo arrumar, significando arranjar-se, pode ser usado nesta frase:
«Antes de sair com o filho, a mãe arrumava-O muito bem e obrigava-O a ir à missa.»
Obrigado.
A locução adverbial «ainda assim»
«Ainda assim» pode ser considerada locução concessiva?
Obrigada.
Gostar, querer e as locuções verbais
Vi num livro de análise sintática que o «queria negar» da frase «Ela queria negar suas origens» é uma locução verbal. Procede?
Por qual motivo negar não seria parte do complemento de queria? E, na frase «Ela gosta de dançar», «de dançar» seria parte de uma locução verbal com gostar, um objeto indireto ou uma oração?
Obrigado.
Autoclismo e cataclismo
A propósito de dúvidas sobre a origem da palavra autoclismo, e considerando que -clismo é terminação de várias palavras, parece-me que a dúvida incidirá sobre -clismo e pergunto: qual a origem desta terminação?
Obrigada.
Nomes de matéria: «sapatos de couro»
Na frase «Os sapatos de couro são os meus preferidos», a expressão «de couro» é complemento do nome?
O nome Protógono
Deve escrever-se "Protógonos" ou "Protogonos", nome dos deuses primordiais da mitologia grega?
Muito obrigado.
A nominalização de contra
Relativamente à palavra «(os) contraS», trata-se de um caso de derivação por conversão (preposição/advérbio que passa a nome) mesmo estando no plural?
Tratando-se de um exemplo de derivação por conversão, a minha questão prende-se com o facto de ter lido que, neste processo de formação (derivação por conversão), forma-se uma palavra pela alteração da classe, sem modificar a sua forma.
Então, como se explica que, sendo preposição, contra seja uma palavra invariável e, quando se converte em nome («os contras»), essa mesma palavra já admita plural, modificando-se? A sua forma inicial não foi modificada?
Obrigado.
O nome e adjetivo tatibitate
Acerca do conto de T. Braga "As irmãs gagas", li a seguinte frase:
1. São as irmãs «tatebitate» porque trocam muitas consoantes.
Perguntava-vos:
1.1. Se conseguem adiantar uma justificação para que a palavra ainda apareça assim escrita na frase/conto que li (Publicações Dom Quixote) e não na grafia atual (tatibitate). A palavra terá sofrido alguma alteração ortográfica, por exemplo?
1.2. Na frase indicada acima, por que razão a palavra aparece no singular? É que no texto recolhido por T. Braga se lê assim: «O noivo assim que viu que todas eram tatebitate desatou a rir e a fugir pela forta fora.» Perguntava-vos se não poderá corresponder à forma obsoleta de tatibitaite.
Cumprimentos.
Regência de vício
Perguntava se, em relação à regência pedida pelo nome vício, a que apresento é aceitável:
«O vício NO scroll das redes sociais é um perigo.»
Obrigado
