Consultório - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Armando Dias Reformado Lagos, Portugal 291

Há dias, num artigo de jornal, tropecei na seguinte frase:

«Não há dia que passe sem que a corrida presidencial nos Estados Unidos nos ponha o coração aos pulos. Nuns dias agarramo-nos ao mais ligeiro sinal positivo, noutros somos realistas: a economia deve garantir a Trump o seu segundo mandato.»

A minha dúvida: «... sem que a corrida presidencial nos Estados Unidos nos ponha o coração aos pulos», ou, antes, «... sem que a corrida presidencial nos Estados Unidos NÃO nos ponha o coração aos pulos» ?

Os meu agradecimentos.

Luís Pereira Professor Coimbra, Portugal 263

Na frase «Este livro pertence à estante vermelha», a expressão "à estante vermelha" desempenha a função sintática de complemento oblíquo? Ou complemento indireto? Vi um colega de trabalho considerar a última hipótese e fiquei na dúvida...

Continuamos a contar com o vosso excelente trabalho!

Maria Silva professora Braga, Portugal 238

Durante uma pesquisa acerca da subclasse dos advérbios, encontrei a seguinte explicação, dada no dia 1 de fevereiro de 2019, sobre os advérbios efetivamente, realmente e decerto: 'A subclasse dos advérbios efetivamente, realmente e decerto'. 

Considero que estes advérbios são de frase: 'Os advérbios de frase e os conectivos'.

Uma vez que as respostas foram dadas em anos diferentes (2010 e 2019), gostaria de saber se houve alterações, se alguma das explicações apresentadas não está correta, ou, estando as duas corretas, como poderemos distinguir as subclasses.

Desde já agradeço a atenção.

Anna Guedes Guia Porto, Portugal 420

Gostava de saber que situações nos obrigam, necessariamente, ao uso do pronome relativo o qual (e suas flexões).

Já sei que quando temos uma preposição dissilábica antes do antecedente (como por exemplo durante, sobre, etc.) somos obrigados a usar o qual, mas excluindo estas situações, que outras há em que não possamos usar que e somos forçados a usar o qual?

Obrigada.

Cristina Castro Professora Porto, Portugal 219

«[...] Ao todo, os cientistas da Universidade de Quioto dissecaram o cérebro de 51 cobaias humanas. Dissecar, neste caso, significa sujeitar 26 mulheres e 25 homens a exames psicológicos e neuronais. Os primeiros tiveram como referência a Escala de Felicidade Subjetiva – inventada por Lyubomirsky e Lepper em 1999 e que até hoje é usada pelos psicólogos. O instrumento serviu para medir o grau de felicidade geral de cada um dos objetos das experiências e quão intensamente foram capazes de sentir as emoções – tanto as negativas como as positivas. A esses objetivos acrescentou-se o nível de satisfação com as próprias vidas. Os segundos testes envolveram o uso de um aparelho de ressonância magnética, que captou as imagens do cérebro de cada um dos participantes. E os mais felizes, concluem os autores do estudo, tinham sempre mais massa cinzenta naquela área do cérebro [....].»

Pergunta: os vocábulos «cobaias humanas», «26 mulheres e 25 homens» e «participantes» mostram a presença de um mecanismo de:

A – coesão lexical.
B – coesão referencial.
C – coesão temporal.
D – coesão interfrásica.

 

Carlos Cunha Estudante Minas Gerais , Brasil 404

Na frase «Em que dia da semana, Joana foi às compras?», acredito que esteja errada a colocação da virgula, mas não entendo a norma. Alguém poderia explicar a razão pela qual não há vírgula entre «semana» e «Joana»?

Obrigado.

Leicijane Neres Professora Piracuruca, Brasil 275

As palavras mares, rapazes, fáceis, dores, luzes têm como vogal temática a letra e ou esta faz parte da desinência indicativa de plural?

Mónica Antunes Professora Póvoa de Varzim, PT 313

Na frase «Enquanto não trouxermos o estrangeiro até à nossa língua, teremos ficado apenas a meio do caminho», qual é o valor da conjunção enquanto?

Muito obrigada.

Iva Dias Guia turístico França 305

Qual a etimologia de noite?

Obrigada!

Douglas Cameschi Advogado Campo Grande, Brasil 248

Gostaria que me informassem se existe algum adjetivo específico para qualificar a pessoa que possui boa memória, que se lembra fácil e rapidamente das coisas. É comum usarmos a expressão memória de elefante, contudo desejo saber se há alguma forma mais formal de descrever a boa memória.

Desde já, agradeço a atenção.