Consultório - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
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Joyce Chaves Alves Militar Rio de Janeiro, Brasil 98

Na afirmativa «mais um passo, e eu pulo», apesar de não estar explícita a conjunção condicional, há uma interpretação clara nesse sentido.

Como analisaríamos a construção sintática e morfologicamente: o e é conjunção aditiva? «Mais um passo» tem conjunção e verbo elípticos – «se der»? Ou é apenas um expressão condicional e não uma oração?

Obrigada!

María Aparicio Professora Valladolid, Espanha 594

Tenho uma dúvida em relação ao uso dos relativos que e quem. Normalmente se costuma dizer que quem se usa para pessoas.

A minha dúvida é, por exemplo, na seguinte frase: «O homem de quem te falei é o meu pai.» Seria correto dizer «o homem de que te falei é o meu pai»? É sempre possível utilizar que nos contextos em que normalmente se usa que?

Muito obrigada!

José de Vasconcelos Saraiva Estudante de Medicina Foz do Iguaçu, Brasil 202

Desejava saber como se deve construir o verbo acompanhar na acepção de «relacionar-se com», «associar-se a», e na de «ser servido com», falando-se de pratos.

Exemplos: «A Miguela acompanha com um rapaz estranho», «A Miguela acompanha-se com um rapaz estranho», «A feijoada é um prato português e acompanha-se com laranja e arroz branco» e «A feijoada é um prato português e acompanha com laranja e arroz branco.»

Sempre se disse: acompanhar-se com? Modernamente o pronome se caiu? Quais são preferíveis das construções na norma culta portuguesa?

Agradecimentos cordiais do Brasil.

Laudicea Ramos Advogada João Pessoa, Brasil 194

Estou escrevendo um romance de época que se passa em 1930. As expressões «matar dois coelhos de uma só cajadada» e «panos pras mangas» existiam nessa época?

Júnior Lima Dias Estudante de Direito Maceió - AL, Brasil 158

A palavra saliência no diminutivo perde o acento? "Salienciazinha"?

Grato!

Ana Sofia Pacheco Professora Carcavelos, Portugal 220

Há uma campanha recente cuja apresentação levantou algumas dúvidas de análise, cujo link [está aqui]. O texto linguístico é:

«Óbidos Vila Natal»; «Das 18h00 de 22 de Novembro/ Às 18h00 de 24 de Novembro, 3,50/ Bilhete/ Campanha Especial Natal» (texto em destaque). «Compra mínima de 4 bilhetes e máxima....» (letras mais pequenas).

Ora, considero o texto «Óbidos Vila Natal» uma marca, com um logótipo respetivo, e o restante texto em destaque o slogan. O texto em letras mais pequenas será a argumentação.

Há quem considere o texto «Óbidos Vila Natal» como um slogan. Estará correto? Para confirmar a minha opinião, verifico que existem notícias com o título «Já há bilhetes para o Óbidos Vila Natal». Portanto, este evento amplamente conhecido é, a meu ver, uma marca, que anualmente apresenta diferentes frases apelativas, ou seja, slogan.

Grata pela atenção.

José Garcia Formador Câmara de Lobos, Portugal 227

Pergunto se na frase «Nada e ninguém escapa» o verbo tanto pode ser conjugado no singular como no plural.

Obrigado.

Aurélio Moreira Copy editor Porto, Portugal 469

Peço desculpa pelo reparo, mas na resposta dada pela Dr.ª Sara Leite a propósito da palavra parlapiê é mencionada a palavra "escanifobético", que, aliás, aparece no título da resposta.

Penso que a forma correcta será "escaganifobético", tal como se dizia no meu tempo e regista o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, edição de 2009. Não será assim?

Obrigado.

Maria José Dias Rodrigues Filóloga Lisboa, Portugal 178

Pode dizer-se «perder a "transmontana"» em vez de «perder a tramontana»? A dúvida surgiu-me por ter encontrado a expressão explicada no site proz.com. Apesar de eu considerar erro e de apenas encontrar nos dicionários portugueses a expressão «perder a tramontana», gostaria de uma opinião vossa.

Obrigada 

José Manuel Lima Antunes Professor Viseu, Portugal 217

Na frase «A Internet é, a meu ver, uma fada que, com um clique, nos faz girar pelo vasto mundo», no caso de «faz girar», o verbo fazer é verbo principal ou auxiliar com valor modal?

Obrigado!