«Exclamou» = palavra aguda
A palavra exclamou é esdrúxula, ou aguda?
«O mar universal e a saudade» = sujeito pós-verbal
Na frase «Restam-nos o mar universal e a saudade» (Pessoa), qual a função sintática do constituinte «o mar universal e a saudade»?
O uso do verbo minorizar
Estou neste momento a estudar o código da estrada (para tirar a carta de condução) e ao responder a um teste de preparação (composto pelas mesmas perguntas que podem constar num exame) deparei-me com uma pergunta que julgo que contém um erro de português. A pergunta é muito simples, sobre a condução sob o efeito de álcool, e qualquer pessoa deve conseguir responder, mesmo sem estudar o código. Tenho a certeza de que ela está incorrecta, mas gostaria de ter a confirmação de alguém com autoridade. A questão do teste era a seguinte:
A ingestão de bebidas alcoólicas pode provocar no condutor um falso estado de euforia e confiança, o que o leva a:
a) Conduzir com maior segurança.
b) Necessitar de menos tempo para reagir.
c) Sobrevalorizar as suas capacidades e minimizar o risco de acidente.
A resposta correcta, segundo o teste, é a terceira. Mas parece-me que, ao completarmos a frase com a terceira opção, estamos a dizer que o álcool, além de levar o condutor a sobrevalorizar as suas capacidades, leva-o a minimizar o risco de acidente; o que, obviamente, é falso. Queria então saber se a resposta c) diz ou não aquilo que quem elaborou a pergunta pretende que diga.
Já agora, pergunto também se a resposta a) não poderia estar certa, por implicar que o condutor conduz com maior segurança de si próprio (e não segurança rodoviária).
Ainda a regência do verbo chegar
O verbo chegar pede a preposição a em «Cheguei a casa». Quais as outras preposições que rege o verbo chegar? Gostaria de um exemplo com a preposição de.
O valor dos verbos estar e ficar
Estudo português e tenho dúvidas na hora de usar estar ou ficar. Quando posso usar esses dois verbos sem alterar o sentido? Os dois verbos têm sentidos diferentes, ou aproximados?
«Lavamo-nos» e «lavamos-vos»
Gostava que me esclarecessem, por favor. A professora do meu filho disse aos alunos que agora já não se diz «lavamo-nos» mas, sim, «lavamos-nos».
Sinceramente, fiquei confuso.
Ainda a concordância com verbo pronominal
A propósito da consulta formulada por José Luiz Aleo em 1/2/2012, sobre concordância verbal em orações subordinadas no infinitivo e também pronominais, me ocorreu o verbo arrepender-se ou o verbo abraçar-se. Penso que a única construção possível seria: «A admoestação dele nos ajudou a nos arrependermos» ou «O professor nos ajudou a nos abraçarmos».
Seria interessante voltar ao assunto.
Sobre a forma verbal «espetou-o»
Agradecia que me tirassem a dúvida quanto à divisão silábica da palavra espetou-o.
A passiva com o verbo exprimir
Gostaria de saber como fica na passiva a seguinte frase ativa:
«O rapaz exprimiu o desejo de partir.»
Sobre modalidades
Agradecia que me esclarecessem quanto à modalidade epistémica, se a há, nos seguintes enunciados:
«Ulisses era grego.»
«Ela tem 15 anos.»
«A caneta está estragada.»
Segundo observei em alguns espaços, estes enunciados são classificados como epistémicos (valor de certeza).
Contudo, segundo o meu entendimento de modalização, estas frases não estão modalizadas, ou seja, não incluem nenhum elemento modalizador, seja verbal, adverbial, adjetival, de pontuação, enfático ou outro.
Por serem frases assertivas, deverão ser consideradas modalizadas?
Por outro lado, aceitaria que se considerassem no domínio da modalidade alética, pois «o locutor refere-se ao valor de verdade das proposições» (citado de uma outra explicação encontrada aqui). Contudo, esta modalidade não é considerada no Dicionário Terminológico! Como fazer então?
Por fim, como classificam enunciados em que se emitem opiniões? Por exemplo:
«Duvido que estejas certo!»
