DÚVIDAS

A tradução do termo inglês e-care
Gostaria de saber qual seria a possível solução de tradução para português do termo inglês e-care, relativo à prestação automatizada de cuidados de saúde. Segundo creio, o termo e-care é muito mais abrangente do que o conceito de telemedicina, pois abrange serviços como: avisos remotos (por exemplo, a toma de medicamentos); medições médicas remotas de sinais vitais (pulsação, tensão arterial e volume de oxigénio no sangue para pessoas acamadas ou em convalescença pós-operatória). Seguindo o exemplo de e-mail (= correio electrónico) e de e-commerce (= comércio electrónico), qual poderia ser a tradução de e-care em português? Obrigado pela atenção.
Audição, audiência, auditoria
Vi dois tópicos no Ciberdúvidas sobre este assunto e nenhum me esclareceu no que preciso. Será correcto falar de «audição pública» e de «audiência privada»? E por isso se usa «audição parlamentar» mas «audiência com o primeiro-ministro»? Terá que ver com a relação entre audição e auditoria, como estabelecida neste tópico? É que pressinto o conceito de auditoria em «audição parlamentar», mas não (necessariamente) em «audiência com o primeiro-ministro»... Obrigado.
A pronúncia de remoto + «erupção peleana»
Outra vez a pronúncia de remoto e «erupção peleana». 1) Sei que já foi respondido (a Armando Dias, 01/07/1997) que se deve, latim exige, pronunciar "–mó", E entre gente remota edificaram Novo Reino que tanto sublimaram. Entretanto, mais de 12 anos passaram inutilmente, pois hoje ouvi na TV o tal [remôto]: pois, como dizia a irmã do Solnado, que gostava de dizer coisas. 2) E esta é da National Geographic: «Erupção "+liana"»! Meu paciente e sapientíssimo interlocutor da Ciberdúvidas, tenho a comunicar Urbi et Orbi que deve escrever-se peleano, pois provém do Mont Pelée (Martinica) onde ocorreu uma erupção com as características referidas no documentário. É tão fácil recorrer a um dicionário... "Pliano", meu caro, documenta, mais uma vez, a rasca qualidade do tradutor e a passividade dos responsáveis/proprietários do referido canal. Parece que, quando há dúvidas, se recorre lá à improvisação/desenrascanço. Mas que corja de "qualificados" divulgadores de cultura científica! Pergunto: estará o chico-espertismo socrático a tornar-se desígnio nacional?
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa