Consultório - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
 
Início Respostas Consultório Área linguística: Etimologia
Maria Dias Professora Lisboa, Portugal 107

Gostaria de saber se poderei considerar as palavras garagem e manada como sendo derivadas por sufixação?

Muito obrigada.

Gastão Pinto Professor aposentado Lobão, Portugal 102

Lobão é uma freguesia do concelho de Santa Maria da Feira. Como se designam os habitantes e/ou naturais de Lobão – "lobanenses" ou "lobonenses"?

Manuel José da Silva Estudante Petrolina, Brasil 179

Aqui na região onde vivo, Pernambuco, é muito comum as pessoas, principalmente do interior do Estado, pronunciarem as palavras vassoura, varrer, travesseiro, vestido, alavanca, etc. trocando-se a letra v pelo b. É notório também uso de arcaísmos como ''treição'' (traição), ''baladeira'' (estilingue), ''fruita'' [fruta], ''luita'' (luta), etc. É triste, pois muitas dessas pessoas, que são doutra geração, são tidas como ''arcaicas'' e sofrem algum preconceito.

Minha pergunta é a seguinte: em Portugal é corriqueira tal mudança na pronúncia ou uso de arcaísmos por parte da população? Sei que os daqui não têm esse sotaque à toa, creio que há uma raiz no outro lado do Atlântico.

Grato!

Inês Cristina Matos Mendes Consultora Vila Franca de Xira, Portugal 210

Gostaria de saber a origem do termo «grande soda», quando queremos dizer que alguém é chato/melga.

Marco Aurélio dos Santos Professor São Paulo, Brasil 226

Descobri recentemente que o verbo chegar tem sua origem no verbo latino plicare (assim como o arrivare deriva de ad ripa > arripare). Plicare significava, então, «dobrar», que era exatamente a ação realizada quando os navios CHEGAVAM a terra: dobrar as velas, recolhê-las. Na época, havia já ao menos um verbo que devia significar literalmente «chegar», mas, mesmo assim, surgiu esse outro com sentido figurado, usado concomitantemente.

Dito isso, gostaria de saber qual teria sido a figura de linguagem praticada pelos falantes quando usavam plicare em vez de «chegar»? Metáfora ou metonímia? Outra?

Guilherme Carneiro Estudante Seixal, Portugal 205

Na Abertura de 16/11/2018, diz-se aí que a palavra mandonismo é um brasileirismo. Será mesmo?

Manuela Salvador Cunha Professora aposentada Porto, Portugal 287

Creio que o futuro é um composto do infinito do verbo que se está a conjugar com o verbo haver. Assim sendo, como se explicam as formas do plural?

Sérgio José Mira Seco Gestor Beja, Portugal 228

Fundilhar é um verbo da família de fundura (nome)?

Obrigado.

Andreia Ferreira Consultora Lisboa, Portugal 562

Desde que me conheço que ouço os meus avós utilizar a expressão "insertado" ou "incertado" (nem sei bem qual a grafia correcta) quando se querem referir a um pacote que já foi aberto. Por exemplo: "Este pacote de bolachas está insertado". Não faço ideia se esta expressão é válida e qual a sua origem. Será que me podem ajudar?

Obrigada.

Susana Teresa Belo do Carmo Professora Famalicão, Nazaré, Portugal 339

Em primeiro lugar, um enorme agradecimento por este vosso espaço: um verdadeiro "Templo do Saber".

A minha dúvida prende-se com as palavras aritmética e dramaturgo que, no manual de Português com que trabalho atualmente, aparecem classificadas como sendo palavras compostas. Não consigo encontrar, na bibliografia que me costuma servir de apoio (gramáticas, dicionários e afins), qualquer explicação que suporte esta classificação. Estará correta? Se sim, quais os elementos que entram na composição de cada uma destas palavras?

Um grande bem-haja pela vossa disponibilidade e partilha.