Apóstrofo e preposição de
É correto contrair a preposição de com palavras começadas por vogal? Em textos anteriores à reforma ortográfica de 1911, é comum ver contrações como "d'imaginação" ou "d'enthusiasmo".
Ainda são aceites nos dias de hoje?
A grafia de «bem comum»
Como se deve grafar o termo «bem comum» ou «bem-comum»? Com ou sem hífen?
O dicionário Priberam inclui (talvez recentemente) uma entrada com o nome hifenizado («bem-comum»), advertindo que a definição da palavra estará disponível em breve.
A origem do topónimo Sernadelo
Qual é a origem do topónimo Sernadelo? Não é mais correto escrever "Cernadelo"?
A grafia de não-sei-quantos
Escreve-se «um não-sei-quê». Também se deveria escrever «o não-sei-quantos», com hífenes?
Obrigado.
A expressão «infantaria mecanizada»
Sempre ouvi falar de infantaria mecanizada nos exércitos, mas a CNN veio hoje referir infantaria maquinizada russa, etc...
Faz sentido?
Sobre a história da grafia de acidente
Gostaria de saber por que na língua portuguesa a palavra acidente não possui o c duplicado como ocorre nas outras línguas latinas e também no inglês (accident).
Se foi retirado ou se, simplesmente, nunca o teve.
Desde já, agradeço.
A locução «até a»: «até àqueles dias»
«Até aqueles dias» ou «Até àqueles dias»? Porquê?
Muito obrigado pela vossa ajuda de sempre.
A grafia de tem-lo
Entendo que a forma tens termina com s e o pronome a tem de ser subsituido por la.
Mas não compreendo por que a forma "teNs" muda para "teM".
Há alguma regra que explique porque termina em m neste caso e não em n de tens?
Obrigado.
Introdu-las e introduze-as
Estou com dúvidas relativamente à utilização escrita e falada do verbo introduzir na seguinte forma: "introdu-las" ou "introduze-as"?
Obrigado.
A vírgula antes de e:
certo ou errado?
certo ou errado?
Gostava de saber qual o motivo de se proibir a vírgula entre orações coordenadas ligadas por e e que partilhem o mesmo sujeito, quando muitos escritores empregaram e empregam a vírgula nesses casos.
Não só não estamos a usar os textos dos grandes escritores como modelo do que deve ser a norma sintática, como também, e pior, estamos a transformá-los num exemplo do que não se deve fazer.
Uma criança vai à escola, é penalizada por meter vírgula numa frase como: «O João foi brincar para o jardim, e voltou ao entardecer»; para depois ler um livro e verificar que muitos outros não só fazem o mesmo como ainda são elogiados pela sua prosa.
Resultado, começa-se a desacreditar do que se aprende na escola. Idem para enumerações. Idem para os e que são aceites depois do ponto final (no início, portanto, da frase seguinte) e do ponto e vírgula em contextos que não seriam aceites depois da vírgula, apesar de a diferença ser meramente estilística... (Aqui, não se pode fazer, mas nas outras situações já se pode?)
