Início Respostas Consultório Tema: Bibliografia
Miguel Fonseca Professor Lisboa, Portugal 11K

Gostaria de saber se existe alguma regra específica para citações bíblicas no meio de um texto. Ex.: «Quantos de nós nos revemos neste episódio: "E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?" (Mateus 14:31)», ou «Quantos de nós nos revemos neste episódio: "E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?" , Mateus 14:31». Coloco o livro, capítulo e versículo entre parênteses, ou não? Grato pela vossa ajuda.

Maria Barbosa Docente Covilhã, Portugal 6K

Na redacção de um curriculum vitae:

– que pessoa usar – 1.ª pessoa do singular, impessoal, ou 1.ª pessoal do plural?

– que tempo verbal utilizar?

O CV é um documento de carácter pessoal, ou é um documento técnico científico?

Terrence Fraser-Bradshaw Educador Georgetown, Guiana Inglesa 7K

Gostaria de saber qual o manual de gramática mais usado em Portugal quanto à gramática prescritiva.

Obrigado.

Gilliat Filho Técnico Macaé, Brasil 3K

Parabéns pelo trabalho feito no site, muito útil para os interessados em aprender sobre a língua portuguesa.

Gostaria de recomendações de livros para português formal utilizado no ambiente das organizações empresariais e sobre como fazer uma boa ata.

De que forma posso aprimorar meu vocabulário para um português formal utilizado nas empresas?

Grato.

Sílvia Gomes Estudante Funchal, Portugal 5K

Gostaria que me pudessem ajudar sugerindo um tema para um trabalho que tenho de fazer acerca dos falares da ilha da Madeira (linguística madeirense). Pensei trabalhar na parte da semântica, mas não sei o que fazer dado que também não disponho de muito tempo para pesquisas muito profundas.

Agradeço a sua ajuda.

Fabiane Pereira Professora Rio de Janeiro, Brasil 4K

Minha pesquisa de doutorado é sobre aspecto verbal, e tenho particular interesse em estudar as diferenças aspectuais entre o português brasileiro e o português europeu. Pretendo estudar a diferença entre as formas estar + a + infinitivo e estar + gerúndio. Existe algum estudo em Portugal sobre tal distinção? Há alguma pesquisa a respeito?

Obrigada.

Patrícia Vieira de Mello Estudante Vitória, Brasil 7K

No meu TCC [trabalho de conclusão de curso], estou usando notas de rodapé bibliográficas.

Utilizei citações de dois artigos de um mesmo livro (uma coletânea), sendo que num deles a autora é a própria organizadora do livro. Na primeira vez, escrevi as referências completas assim:

1 AITH, Fernando. Políticas Públicas de Estado e de governo: instrumentos de consolidação do Estado Democrático de Direito e de promoção e proteção dos direitos humanos. In: BUCCI, Maria Paula Dallari (Org.). Políticas Públicas: reflexões sobre o conceito jurídico. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 233.

2 BUCCI, Maria Paula Dallari. O conceito de política pública em direito. In: ____, 2006, p. 46.

Está correto?

Depois, como faço as notas subsequentes?

Ex:

3 AITH, ??????

4 BUCCI, ??????

Se puder me ajudar agradeço muito porque não acho resposta para isso em lugar nenhum.

Grata.

Rogério Silva Estudante Macau, China 10K

Gostava de saber, de acordo com a norma portuguesa, como fazer referências a obras estrangeiras consultadas para um determinado trabalho (ou cujo autor é referenciado nesse trabalho). Mantém-se na língua de origem? Não vejo problema nenhum se a obra estiver em inglês, francês ou espanhol (pois, mesmo que não falemos a língua, é sempre possível perceber o título da obra), mas e se ela estiver em dinamarquês, alemão ou italiano? E como fazer referências a obras cuja língua não é baseada no alfabeto? Por exemplo, uma obra em chinês? Escreve-se em pinyin? Mas será suficiente para que o leitor tenha "acesso" a essa informação? Finalmente, na referência a sites de Internet, deve-se colocar o endereço do site entre "«"? Gostava precisamente de saber o nome em português deste símbolo "«" para a escrita, também utilizado na matemática (menor e maior).

Muito obrigado.

Armando Graça Informático (reformado) Loures, Portugal 2K

A propósito do texto Semiótica do palavrão, de Paulo Moura, inserido no tema Lusofonias do vosso site e que tão bem retrata a realidade portista, onde ele sugere a dado passo:

«No Porto, os palavrões não são obscenos: são uma arte e uma filosofia. Não sei se algum linguista analisou alguma vez este fenómeno. Mas valia a pena. Primeiro porque, no Porto, os palavrões são fiéis à sua natureza — são vulgares e ordinários. Não são, como noutras regiões, raros e extraordinários. São de todos, e não de uma elite indecente. Depois, porque servem para exprimir uma sabedoria.»

Também eu gostaria de saber se existem estudos sobre a matéria e muito grato ficaria se mo comunicassem.

Tenho aproveitado a situação de reforma para me dedicar ao estudo da língua portuguesa e este tema é deveras interessante.

Os meus agradecimentos antecipados.

Leonardo Colossi Estudante Rio de Janeiro, Brasil 4K

Gostaria de saber a data da última edição do Grande Dicionário, de Morais Silva.

Agradeço-vos desde já.