A regência do verbo influenciar
Tenho dúvida sobre a regência correta do verbo influenciar na frase: «aquilo influenciou sua decisão», ou «aquilo influenciou em/na sua decisão»?
A grafia de versus
Tenho uma dúvida em relação a acentuação da palavra "versus". Segundo o dicionário, a palavra não possui acento. Contudo por ser uma palavra paroxítona terminada em "us", a ainda não ferir a nenhuma exceção das novas regras de acentuação, "versus" não deveria ter acento como se segue: "vérsus"?
«Ao dependuro», «ao dependurão» e «ao pendurão»
Verifico que o verbo dependurar existe, sendo equivalente a pendurar. Pergunto se é correta a expressão «ao dependuro», equivalente a qualquer coisa como pendurado ou dependurado.
Obrigado.
Alcaparra e alcaparrão
Soube recentemente que o fruto da espécie hortense, Capparis spinosa, com o nome comum de alcaparra, é comestível e muito apreciado como condimento a par dos botões florais (alcaparras). Na obrigação de traduzir o mesmo em português, desejaria saber qual o nome dado na nossa língua ao fruto desta espécie que em língua francesa apelidam de câpron.
Agradecimentos antecipados.
«Foi-mo», «foi-to»
"É-mo" e "Foi-mo" são corretos, se o o em mo representar um adjetivo? Eu sei que são corretos se o o representar um substantivo, mas tenho dúvida se pode de igual modo representar um adjetivo. Exemplos: «A aula é difícil para ti? – É-mo, sim!» (= «É-me difícil, sim!»); «A aula foi difícil para ti? – Foi-mo, e de que maneira!» (= «Foi-me difícil, e de que maneira!»).
Nomes portugueses para cerâmica grega e romana
Venho por meio desta tentar sanar algumas dúvidas quanto à melhor forma de aportuguesar os nomes de alguns tipos cerâmicos provenientes da Grécia e Roma antigas. Para muitos, se não todos, é fácil presumir algumas possibilidades, mas eu gostaria de conferir convosco, visto que são habilidosos no assunto e têm acesso a excelentes fontes, a melhor opção.
São eles: kálathos (presumo "cálato"); kálpis (presumo "cálpis" ou "cálpice" como em pyxis, que ficou píxide em português); psyktér (presumo "psítere"); kylix (presumo "cílice" e achei uma fonte com essa forma); rhyton (achei algumas fontes como "ríton", mas gostaria de checar); loutrophoros (presumo "lutróforo"); askos (presumo "asco"); skýphos (presumo "escífo" e achei uma fonte); kérnos; pinakion (presumo "pinácio"; há fontes que preferem traduzir como "prato de peixe" pela recorrência desse tipo de representação nos vasos); cotyla/cotyle (presumo "cótila" ou pelo menos "cotila"); lydion (presumo "lídio" por tratar-se dum vaso da Lídia); bucchero; lebes; chytra/olla; stamnos (presumo "estamno"); pelike (presumo "pélica").
Agradeço de antemão pela ajuda.
«Um dos motivos pelos quais...»
Deve escrever-se «Este é um dos motivos pelos quais sou como sou» ou «Este é um dos motivos pelo qual sou como sou»?
Obrigado.
O uso de ele e ela em referência a coisas
Ouvi dizer isto num documentário, mas não é a primeira vez que me deparo com casos semelhantes:
«Nessa altura ela (subentende-se que estão a falar de uma igreja) foi construída para homenagear o santo padroeiro.»
Queria saber se aqui é correto usar o pronome pessoal para fazer referência a um objeto e não, como eu esperaria que fosse, esta, isto é, um pronome demonstrativo. Este é um caso que já observei ser de uso comum no Brasil, mas nem tanto em Portugal, e queria saber se poderia ser uma questão de influência e se, como referi, é correto.
Muito obrigada.
Bonzanas e outros substantivos terminados em -as
Quando se diz de uma pessoa que ela é bonzanas, se refere a que carácter? É uma pessoa que faz como se tudo estivesse bem todo o tempo? Ou é mais uma pessoa com tendência à preguiça?
Obrigado.
O uso contemporâneo de vós
Gostava de pedir a vossa opinião sobre a omissão do pronome pessoal vós, e daí a segunda pessoa do plural dos verbos, em livros gramaticais da língua portuguesa. Dado que em partes de Portugal esta pessoa do verbo é ainda muito usada, qual será a razão porque alguns autores insistem em excluir parte do povo português, das regras da nossa língua.
