DÚVIDAS

Pensemos =
presente do conjuntivo/imperativo
Ao resolver um exercício sobre o poema de Ricardo Reis Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio, deparei-me com a seguinte questão: «No primeiro verso da segunda estrofe, a forma verbal pensemos encontra-se no: – presente do indicativo – presente do conjuntivo – pretérito imperfeito do conjuntivo.» A dúvida reside no facto de me parecer que estas formas verbais estão no imperativo e não no presente do conjuntivo, como indica a solução (nem há hipótese para o imperativo). Penso que poderá tratar-se de um lapso, por isso, gostaria de confirmar.
A função de sol em «Está sol»
Numa aula de Língua Portuguesa, a professora classificou de predicativo do sujeito a palavra sol, na frase «Está sol». Logo de seguida, uma aluna perguntou qual era o sujeito da frase. No seu entender, a frase não teria sujeito, logo sol não poderia ser predicativo do sujeito. Na sala dos professores, uma vez colocada a dúvida, ninguém soube dar uma resposta. Pergunto: como se resolve esta questão? A frase tem, ou não, sujeito? Se não tem, poderá sol ser o predicativo do sujeito?
Se como sujeito indeterminado
No livro didáctico Português sem Fronteiras II (COIMBRA, Isabel; Coimbra, Olga Mata, 65), há uma frase em que se diz: «Por isso tem de se telefonar para se saber a que dias é que há espectáculo.» Gostava de saber se o primeiro se desta frase é partícula apassivante, ou símbolo de indeterminação do sujeito. Se este se for apassivante, onde está o sujeito da frase? Ou será que o verbo telefonar pode ser considerado como intransitivo e o se constitui então um símbolo de indeterminação? Agradeço pela ajuda!
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