«Sentar(-se) à mesa» e «sentar(-se) na mesa»
«Sentar na mesa», ou «sentar à mesa»? Se for «à mesa», porquê?
A origem do nome Tibúrcio
Gostaria de saber se Tibúrcio é apelido de família ou também pode ser alcunha. Qual a origem?
Desprovimento vs. provimento
Gostaria de saber se a palavra desprovisionamento existe na língua portuguesa.
Deliciosíssimo, superlativo de delicioso
Como se escreve o superlativo de delicioso? Deliciosíssimo? Delicíssimo?
Preso, particípio ou adjetivo?
Gostaria de saber se, na frase «A Fada Rainha, com um manto de luz preso por uma estrela, sentou-se no seu trono de cristal», a palavra preso é um verbo (particípio passado de prender).
A pronúncia de mestrado
Deve-se pronunciar: "mestrado", ou "mèstrado"?
Ciclista, corredor ou betetista?
Gostaria que me confirmassem se se escreve bttistas ou betetistas, para praticantes de BTT.
O sentido da expressão «roda livre»
O que quer dizer a expressão «roda livre»?
Nublado, enevoado, enublado, nubloso e nebuloso
Gostaria de saber se se escreve nebulado, nublado ou se ambas as formas estão corretas.
A Peregrinação e «o caráter aventuroso» da narrativa
Tenho uma dúvida acerca da correcção do exame nacional de português do 12.º ano. Enderecei a dúvida ao GAVE, que me disse que "da questão colocada não decorre necessidade de esclarecimento", algo que é em si mesmo ridículo. Para mais, a dúvida parece-me legítima. Confiante de que a equipa do Ciberdúvidas, que muito prezo, me poderá esclarecer sobre a questão, decidi enviar-vos este e-mail.
A dúvida é a que se segue.
Como é que a resposta correcta à pergunta 1.1 das perguntas de escolha múltipla da versão 2 pode não ser a A? Afinal, ainda que no texto seja feita referência a uma defesa da Peregrinação, essa coincide na repreensão de que o autor é alvo por relatar acontecimentos falsos. Não coincidirá noutra repreensão que outras leituras críticas façam da obra, mas por certo coincide na repreensão de que o autor é alvo por relatar acontecimentos falsos, já que é escrita em defesa do autor, motivada por se afirmar em leituras críticas que Fernão Mendes Pinto relata acontecimentos falsos. Coincide, assim, nessa repreensão, que, sublinhe-se, não é uma repreensão qualquer: é a repreensão de que o autor é alvo por relatar acontecimentos falsos. Não a subscreve? Não.Mas aborda-a. Incide nela. "Co-incidem" – as leituras da obra – nessa repreensão.
