Expressão «fazer partes gagas»
Qual a origem e como devo explicar o que quer dizer a expressão «fazer partes gagas»?
«Pensei que vinha/viesse»: indicativo vs. conjuntivo em oração completiva
Qual seria a opção correcta de entre estas duas opções nesta frase?
«Eu pensei que ele não vinha/viesse.»
Na minha opinião, eu penso que ambas estão correctas, porque ambas me soam bem ao ouvido. No entanto, não sei bem se alguma destas opções estaria errada nesta situação.
O adjetivo afiliativo
Será correto o adjetivo afiliativo, para designar:
a) aquele(a) que promove a afiliação?
b) aquele(a) que tem excelente capacidade para obter apoio dos outros?
Como empregar o particípio passado do verbo designar
Qual(is) a(s) forma(s) correta(s) de entre as frases seguintes?
– «Um automóvel pode ser designado carro.»
– «Um automóvel pode ser designado por carro.»
– «Um automóvel pode ser designado como carro.»
– «Um automóvel pode ser designado de carro.»
Orgânico, biológico, ecológico, natural
Estes termos podem ser considerados como sinónimos?
Muito obrigada.
O neologismo fusopatia
Nenhum dos dicionários de língua portuguesa que consultei inclui o termo "fusopatia", o qual deverá referir-se ao estado de cansaço e generalizado mal-estar provocado pelas diferenças horárias em consequência das viagens de avião, mais conhecido pela locução inglesa jet lag. Existe tal termo? Como neologismo estaria bem formado? É correto/aceitável o seu uso?
Fumaça como brasileirismo
Antes, durante e depois do recente conclave que elegeu o papa Francisco, aqui no Brasil muito se falava da «fumaça branca» e da «fumaça preta» que sairiam ou saíram da chaminé da Capela Sistina, embora em português clássico fosse mais correto, num caso como este, dizerem-se «fumo branco» e «fumo preto», enquanto a palavra fumaça seria reservada para designar uma quantidade enorme de fumo, o que evidentemente não é o que sai de uma pequena chaminé. No Brasil, até mesmo o fumo que se exala de um cigarro aceso é chamado de fumaça, e de resto qualquer fumo é fumaça, não importando a quantidade. Aqui a palavra fumo designa o tabaco ou o tabaquismo. A ouvidos brasileiros soaria estranho ouvir dizer-se, por exemplo: «Saiu fumo branco da chaminé da Capela Sistina.»
Pergunto-vos, pois, se a palavra fumaça, quando usada para designar qualquer quantidade de fumo, ainda que pequeníssima,é um brasileirismo. Também vos indago sobre como as palavras fumo e fumaça são usadas pelos portugueses.
Muito obrigado.
O uso de todo com adjetivo («todo enlameado»)
No segmento «Vinha todo enlameado...», o vocábulo todo pertence a que classe de palavras? Quantificador universal? Ou, do ponto de vista semântico, poderá ser considerado um advérbio de quantidade (?)/modo (?)?
Aguardo resposta. Obrigada.
Sobre o neologismo patrimoniar
Gostaria de saber se é correto escrever patrimoniar, com o sentido de se atribuir alguma forma de registro de patrimônio, como uma tarja de identificação de algo que pertence a uma instituição. Não encontrei a palavra no VOLP, Priberam e Aulete mas encontrei a palavra patrimoniado, significando que tem ou recebeu patrimônio.
Muitíssimo grato.
A grafia de «marcha a ré»/«marcha à ré»
Tenho dúvida quanto à ocorrência da crase na expressão «marcha a ré». O Dicionário Houaiss diz que não há crase e exemplifica com a frase: «prestes a concluir-se o acordo, uma das partes deu marcha a ré». Já outras fontes defendem o uso do acento grave nesse caso.
Qual é o parecer do Ciberdúvidas?
