«À memória de» vs. «Em memória de»
Gostaria de saber se a locução «à memória de» é mais correcta que «em memória de».
Complementos circunstanciais com chegar, ir, voltar
No documento Brasil. Congresso. Câmara dos Deputados. Manual de redação — Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2004. 420 p. — (Série fontes de referência. Guias e manuais ; n. 17), há a seguinte informação: «Nas indicações de tempo ou do lugar dentro do qual ocorre a ação, usa-se a preposição "em": Chegamos (Fomos/Voltamos/Retornamos) na hora marcada; A comitiva chegou (foi/voltou/retornou) no avião presidencial.»
Quero saber se está correto o dito acima. Grato.
Regências de crer e pensar
As regências verbais estão me deixando desesperado! Por favor, ajudem-me! Os verbos crer, pensar, acreditar, gostar, avisar, etc. penso eu que são transitivos indiretos, mesmo quando em orações principais de subordinadas substantivas. Quem «crê», «pensa», «acredita», «gosta»... «crê em», «pensa em», «acredita em», «gosta de», etc. Exemplos: «Ele crê em que você o ajudou», e por aí vão os outros exemplos. Já me informaram de que são transitivos diretos quando principais de subordinadas substantivas. Afinal, em «Eu penso que você é útil a mim», o verbo pensar com o em elíptico continua sendo transitivo indireto, ou não?
Valor circunstancial de tempo
Gostaria que me explicassem, se possível (com exemplo em frases), o que significa «valor circunstancial de tempo».
O superlativo absoluto sintético de capaz
Antes de mais, parabéns pelo vosso trabalho. Consulto o vosso sítio com uma certa frequência e fico sempre satisfeito com as respostas.
Gostaria de saber qual é o superlativo absoluto sintético de capaz. Já ouvi "capacíssimo", "capabilíssimo e até "capacérrimo". Eu escolheria a primeira, mas não tenho a certeza.
Continuum e continua (latim)
Estou lendo um texto que usa as palavras latinas continuum, no singular, e continua, no plural.
Escrevendo em português, como devo fazer? Posso usar contínuos, contínuo? Trata-se de um texto em nível de doutorado.
Obrigada.
A origem do adjectivo expectável
Qual a origem da palavra expectável?
Permitir com orações subordinadas
Gostaria, primeiramente, de agradecer pela oportunidade.Em um concurso foi elaborada a seguinte questão:«Considerando as funções sintáticas das orações apresentadas abaixo: "Permite chegar à abstração completa da realidade" e "Permite que se chegue à abstração completa da realidade" NÃO podem substituir-se porque são diversas.»Pergunto: do que se trata [quando se diz] «serem diversas» as orações?Grata.
A origem do apelido Lontro
Gostaria de saber a origem do meu apelido: Lontro.
A regência dos verbos solicitar e dignar-se
Em conversa com uma colega, a respeito da elaboração de um ofício, gerou-se uma teima, sobre a eventual incorrecção de um dos parágrafos, pelo que agradecia o vosso comentário ao excerto que abaixo transcrevo:
«Deste modo, solicito que V. Ex.ª se digne a providenciar no sentido do formador da acção de formação em causa ser contactado com a devida antecedência por esses Serviços, para que o respectivo processo possa ser preparado.»
A dúvida prende-se directamente com a conjugação das expressões «solicito que» e «se digne a». Tal conjugação, que até pode estar gramaticalmente correcta, não soa bem ao autor desta pergunta. Daí o pedido de esclarecimento!
Obrigado antecipadamente pela vossa colaboração.
