Partes do corpo: metáfora e gramaticalização
Gostaria de perceber de que forma expressões locativas que envolvam partes do corpo como: «ir à cabeça», «ao pé daqui», «ao pé do monte», «para o olho da rua», etc. sofreram gramaticalização? E expressões como «boca rota», «pé de chumbo», «cabeça de nabo», se sofreram também gramaticalização ou outro processo distinto.
Obrigada!
O género de alfaiate
«O alfaiate» e «a alfaiate»?
A formação dos sotaques do Brasil
Gostaria de saber um pouco da história da formação dos sotaques nas diferentes regiões do Brasil: Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste (carioca e paulista) e Sul.
Ou, para evitar maior trabalho, sugestões de sites e livros sobre esse assunto.
Desde já muito grata!
Os termos lusófono, lusofalante e lusoparlante
Eu gostaria de saber se "lusofalante" poderia substituir em qualquer contexto os termos "lusófono" e "lusoparlante", visto que a ocorrência do termo ainda não é muito alta.
Grato desde já.
Legibilidade frásica e textual
Gostaria de obter informações sobre legibilidade frásica e textual.
Obrigada.
Acamada e o neologismo "alectuada"
Recentemente foi-me referenciada uma doente em que o termo "alectuada" era usado no sentido de dizer que a doente estava acamada. Não consegui encontrar no meu dicionário nem numa pesquisa no Google. Gostaria de saber se esta palavra existe.
O comparativo de inferioridade do adjectivo bom
Gostaria de saber qual é o comparativo de inferioridade do adjectivo bom. Será «menos bom do que»? Esta forma não é muito utilizada (já que se emprega mais frequentemente «pior do que», comparativo de superioridade de mau); por isso tenho dúvidas se será ou não correcta.
«Curso laboral»
Os cursos nocturnos são designados por «Cursos pós-laboral». Será que é correcto dizer-se: «Curso laboral», para referenciar aos cursos leccionados no período da manhã ou da tarde nas escolas secundárias e superiores?
À primeira me parece um pouco estranho, contudo fico aguardando vossas sugestões sobre o assunto.
Cumprimentos de Maputo.
«Assembleia geral» e o hífen
Desde já apresento as minhas desculpas por voltar a uma pergunta já respondida com os números 11816 e 7636, no entanto, considero não estar suficientemente esclarecida.
De facto, se as fontes que usam não me merecem qualquer tipo de crítica, não posso deixar de usar também a informação do Portal da Língua Portuguesa, do Ministério da Ciência e do Ensino Superior [em Portugal] que remete para o uso da palavra com hífen, bem como o corrector da língua portuguesa do Word (de português de Portugal).
Por este facto agradecia o vosso comentário e esclarecimento quanto à forma mais correcta.
Obrigado.
Sobre o predicado e os complementos
Apesar de haver respostas a esta questão, continuo com dúvidas, pois, por vezes, há quem tenha em conta a TLEBS, e esta não está em vigor no ensino básico. Penso que predicado é o verbo quando este é intransitivo, e verbo + complementos directo e indirecto quando o verbo os pede; no entanto, há opiniões contrárias. Há quem considere também os complementos circunstanciais como parte integrante do predicado. Como analisar as frases «Para a barca infernal vou» ou «Gil Vicente escreveu, há séculos, o Auto da Barca»? «Para a barca infernal» e «há séculos» integram o predicado?
Grata pela atenção.
