«Poupar-se a » e «poupar-se de»
Diz-se «podem poupar-me à esmagadora humilhação», ou «podem poupar-me da esmagadora humilhação»?
Obrigada.
A sintaxe do verbo desaparecer
Na frase «a imagem desapareceu do espelho», a expressão «do espelho» desempenha a função de complemento oblíquo, ou de modificador do grupo verbal?
Muito obrigada.
«Consta que....»
A frase «O Secretariado faz constar, pelo presente aviso, de que pretende contratar três funcionários» está correta?
A expressão «precedendo concurso»
Sobretudo em documentos oficiais (nomeadamente o Diário da República), é frequente o uso tanto de procedendo como de precedendo, por regra no contexto «Fulano é nomeado, precedendo/procedendo concurso, para [um dado cargo/função]». Qual é a forma correta? Ou são ambas corretas? E, se forem ambas corretas, significam o mesmo ou significam coisas diferentes? À partida, dá-me a ideia que «precedendo concurso» deveria querer dizer «antes de ocorrer o concurso» e «procedendo concurso» deveria querer dizer «na sequência do concurso», será isso?
A classificação do verbo chover
em «choveram reclamações»
em «choveram reclamações»
Na frase «por causa do temporal, choveram reclamações na MEO», considerando que o sujeito é «reclamações», poderemos classificar o verbo «choveram» como defetivo pessoal ou unipessoal? Para mim, seria defetivo pessoal, já que tem sujeito,embora não se conjugue em todas as formas.
Agradeço a explicação.
Verbo no modo imperativo com sujeito explícito
Na frase «Dê Vossa Reverença lição de esgrima», a expressão «Vossa Reverença» (que não está entre vírgulas) é sujeito do verbo "dê" – no imperativo – ou é um vocativo?
Se alterarmos a ordem da frase para «Vossa reverença dê lição de esgrima», talvez pareça mais sujeito do que vocativo... O vocativo poderá aparecer sem estar isolado por vírgulas? Há exceções?
Grata pela vossa atenção
A regência do verbo abalroar
No dicionário de verbos portugueses da Porto Editora – 1.ª edição, de 1999, pág.687 –, a regência indicada para o verbo abalroar é com. E dão um exemplo de frase: «O navio de passageiros abalroou com a traineira». Há muito que 'adoptei' (e sou 'gozado' por isso) essa regência. Contudo, por todo o lado e especialmente na imprensa, ouvimos notícias do género: «O autocarro abalroou o táxi'» A minha questão é: não se deveria dizer , antes, «O autocarro abalroou com o táxi»?
Com os meus melhores cumprimentos e antecipados agradecimentos pela resposta,
«Pessoas a pedir/a pedirem ajuda»
Gostava de ter um comentário a estes quatro títulos de jornal, um deles, o primeiro, de hoje mesmo, no Correio da Manhã.
Há menos médicos a pedirem a reforma.
Há menos pessoas e empresas a entrar em insolvência.
Há menos famílias sobre-endividadas a pedirem apoio à Deco.
Há mais pessoas a pedir ajuda por sofrerem agressões dos filhos.
A mim parece-me que o correto seria «há menos médicos a pedir a reforma». Mas numa busca na Internet parece que há títulos idênticos para vários gostos [...].
Obrigado pela atenção.
O futuro do conjuntivo numa oração subordinada temporal
Está correta a frase?
«Queria que a decoração estivesse pronta até o dia 28, quando as meninas vêm aqui.»
A intenção é de contemporaneidade, ou seja, de que a decoração fique pronta ao mesmo tempo, na mesma época da vinda das meninas. Há quem diga que o correto seria: «quando as meninas vierem aqui».
Agradeço.
«O que queiras» vs. «o que quiseres»
Qual seria a frases mais correta? «Com a X podes ser o que queiras» ou «Com a X podes ser o que quiseres»?
Obrigada.
