Minderico: língua, dialeto ou...?
Discute-se muito se o minderico é uma língua, um calão, um dialecto regional, uma gíria ou até um crioulo.
Como se pode classificar esta forma de falar usada em Minde?
Obrigada.
Nomes próprios e vírgulas
Gostaria de saber se, nesta situação, o nome fica sempre dentro de vírgulas, se é opcional ou se existe alguma regra específica para esta construção da frase.
«Durante uma audiência no Senado sobre a Lei dos Direitos Civis de 1957, o procurador-geral da Geórgia, Eugene Cook, criticou a Associação Nacional para o Progresso das Pessoas Racializadas.»
O que quero saber ao certo é se «Eugene Cook» fica sempre entre vírgulas quando antes vem a descrição do que é/faz a pessoa.
Obrigada.
Complemento do adjetivo: «conhecido por...»
Podem ajudar-me a esclarecer a função sintática da expressão «pelo epíteto de Magno» na frase «Alexandre da Macedónia é conhecido pelo epíteto de Magno».
Li uma análise que referia ser complemento agente da passiva, mas tenho dúvidas.
Obrigada
Item e hífen
Acerca da centuação das paroxítonas, pergunto: por que item não recebe acento, mas hífen sim?
De acordo com a regra geral, paroxítonas terminadas em n devem ser acentuadas.
No entanto, nos casos de item e hífen, ocorre uma particularidade: ambas as palavras terminam em ditongo nasal, já que o m e o n finais assumem som de i, formando esse tipo de ditongo.
Pela regra específica, paroxítonas terminadas em ditongo nasal não são acentuadas; o acento ocorre apenas quando há terminação em ditongo oral.
O uso de eleição no singular e no plural
Nas notícias recentes sobre o assunto, sempre ouvi «eleições presidenciais», parecendo-me mais apropriado o uso do singular. Mas quem sou eu?!
Agradeço esclarecimento.
Beija-flor no género feminino
Posso usar na letra de música a expressão «a beija-flor pousou no berço da criação» para me referir à fêmea do beija-flor?
Maiúsculas: «golpe de Estado»
Escreve-se "golpe de estado" ou "golpe de Estado"?
Obrigado.
Criação de palavras: "vicinalvo"
Gostaria de submeter à vossa análise uma reflexão sobre a ausência de um termo sintético na língua portuguesa para designar o elemento que sucede o próximo (o segundo em uma sequência, ou n+2).
Atualmente, o falante recorre a perífrases como «sem ser nesta rua, a próxima» ou «na terça-feira da semana subsequente à próxima». Tais estruturas, embora gramaticalmente corretas, são imprecisas e onerosas em contextos de rapidez comunicativa, como na navegação assistida por GPS ou em agendamentos céleres. Nesse sentido, proponho o termo "vicinalvo" (ou "vicinalva"), formado pela aglutinação do latim vicinalis («vizinho») com o elemento alvo (objetivo/finalidade). A construção «Vire na direita vicinalva» ou «Marcaremos para a terça-feira vicinalva» parece preencher essa lacuna de forma precisa.
Consulto esta equipa sobre a viabilidade morfológica desta proposta no sistema do português e se consideram que o termo preenche adequadamente essa 'janela lexical'. Existe algum arcaísmo ou termo já dicionarizado que cumpra essa função específica de saltar uma unidade para designar a seguinte?
Desde já agradeço o vosso contributo para o esclarecimento desta questão.
Autoclismo e cataclismo
A propósito de dúvidas sobre a origem da palavra autoclismo, e considerando que -clismo é terminação de várias palavras, parece-me que a dúvida incidirá sobre -clismo e pergunto: qual a origem desta terminação?
Obrigada.
Maiúsculas e nomes de redes sociais (no Brasil, mídias sociais)
As palavras "Whatsapp", "Facebook", "Instagram" só estão corretas se forem escritas com a inicial maiúscula?
Obrigado.
