DÚVIDAS

A correlação verbal e a diferença de sentido entre duas frases
Ao estudar correlação verbal (assunto com pouco material), deparei-me com muitas dúvidas. Gostaria de saber se estas frases estão corretas em relação a esse aspecto. Além disso, peço que me mostrem a diferença de sentido entre as duas. 1) «Na minha infância, eu pedi que Fernanda seja minha namorada.» 2) «Na minha infância, eu pedi que Fernanda fosse minha namorada.» Agradeço a atenção.
Orações condicionais com verbo no pretérito perfeito e presente na oração principal
Fui questionada sobre uma oração condicional que trazia um verbo no pretérito perfeito e um verbo no presente na principal: «Se a cadeia de caracteres-padrão foi criptografada, essa mesma cadeia deve ser fornecida como um valor diferente.» Essa construção é possível, baseado no fato de que a condição se dá no uso do "se" e não no "verbo"?
Côa e coa
Acabei de descobrir no site do Portal da Língua Portuguesa que coa é forma do verbo coar, enquanto côa é substantivo.Ora, eu estive sempre convencido de que as palavras que terminavam em «oa» (acentuado) não precisavam de acento gráfico (boa, coroa, doa, gamboa, Lisboa, pessoa, voa, etc.). Nos «casos particulares» que os senhores apontam aqui, parece que o acento gráfico é usado para distinguir palavras com pronúncia diferente que, sem o dito acento gráfico, ficariam ambíguas.Se tanto coa (forma verbal) e côa (substantivo) são pronunciadas ['koɐ], poderiam os senhores explicar-me o porquê do acento gráfico?Obrigado.
Convenhamos
Terei dito «Convenhamos! A situação não é a pior!» ou «Convenhamos que a situação não é a pior!». Informaram-me de que a conjugação deste verbo será irregular e que se diz "convenhemos". É verdade que se diz "Convenhemos que..." e "Convenhamos!"? Não consegui esclarecer até agora esclarecer a dúvida. Tudo aponta para que em qualquer um dos casos, imperativo ou subjuntivo, se utilize "convenhamos" e que o verbo convir não é irregular. Muitíssimo obrigada.
A diferença entre «fiquei sabendo» e soube
Como tenho interês [sic] pela história da língua portuguesa, de quando em vez, venho ler artigos a este maravilhoso sítio. Deparei-me com um problema difícil de resolver, por causa do qual meu professor ficou frustrado. Qual é a diferença em nuance entre fiquei sabendo e soube. Esta pergunta pode-se reduzir à diferença entre ficar + gerúndio e o mesmo verbo simples. Será que o verbo ficar exprime não só transição de estado mas também uma açcão [sic}] duradoura? Gostaria de saber como as frases parecidas a seguir se distinguem uma da outra. «Esteve (está) desconsciente [sic]durante dois minutos.» «Fiqou [sic] (fica) desconsciente [sic] durante dois minutos» Incidentalmente, percebo que ficar se parece com o verbo espanhol quedarse no aspecto verbal e no seu uso, conforme o que disse uma amiga. Agradeceria muito se pudesse resolver este problema. Desejo de coração que este sítio continue a ser luz de esperança para todos. Muito obrigado.
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