em vez do mais-que-perfeito do conjuntivo
Sobre o pretérito perfeito composto do indicativo
em vez do mais-que-perfeito do conjuntivo
em vez do mais-que-perfeito do conjuntivo
Gostaria de saber se a primeira das seguintes frases (que se ouve com pouca, mas alguma, frequência) está correcta e, em caso afirmativo, se tem o mesmo significado que a segunda. Caso esteja correcta e não tenha o mesmo significado, existe alguma diferença?
1 – «Se tenho ido lá, nada disto teria acontecido.»
2 – «Se tivesse ido lá, nada disto teria acontecido.»
Muito obrigado.
Negação e exclamativa parcial
Qual é a forma negativa da frase «Que pena que isto dá!»? É «Que pena que isto não dá!», ou «Isto não dá pena!»?
Ir + infinitivo depois de verbos volitivos e de expressões modais (possibilidade)
Pergunto se é possível usar a forma «vás chamar» como presente do conjuntivo em vez de chames, na seguinte frase: «Quero que tu me vás chamar, se precisares de ajuda» em vez de «Quero que tu me chames, se precisares de ajuda», ou «É possível que amanhã vá chover» em vez de «É possível que amanhã chova».
Obrigada.
Impropriedade lexical
O que é um erro de impropriedade lexical? É o mesmo que um erro de sintaxe?
A classificação da expressão «ainda por cima»
Na frase «Era a primeira vez que ia participar numa festa em casa alheia ainda por cima distante da sua», como classifico a expressão «ainda por cima» quanto à classe de palavras?
Acabar e acabar-se
Qual a diferença entre as duas frases abaixo? Acho que ambas estão corretas; talvez haja diferença sintática.
«Quando se houverem acabado as flores, (...).»
«Quando houverem acabado as flores, (...).»
Obrigada.
A regência de proteger
Em que casos se usa «proteger de» e em que casos «proteger contra»? Ex.: «O jardineiro protegeu as rosas do vento/contra o vento.» No Houaiss só há exemplos com «proteger de», enquanto no dicionário da Academia das Ciências de Lisboa há exemplos com as duas formas.
Muito obrigada pela resposta.
A regência de renunciar
Gostaria de saber se as formas «renunciou ao cargo» e «renunciou o cargo» são ambas correctas ou se a segunda é incorrecta.
Obrigado.
Orações de infinitivo introduzidas pelas preposições a e para
Gostaria de saber se existe uma diferença entre as frases «vou ficar em casa a estudar» e «vou ficar a estudar em casa».O professor disse que ambas as preposições a e para têm um significado de "motivo", mas queria saber qual é a diferença.Por exemplo, posso dizer:«Vou ficar em casa para estudar» em vez de «vou ficar em casa a estudar»ou«Quantas pessoas são ao todo a jantar» em vez de «quantas pessoas são ao todo para jantar»?Não tenho palavras para agradecer.
A regência do verbo concernir
No outro dia, ao ler-se a expressão «No que concerne à expressão escrita», numa acta, alguém que lecciona Francês afirmou que se deveria utilizar a — este faria parte de um complemento directo — e não à, que daria origem a um complemento preposicional. Para ser franca, a explicação não convenceu a maior parte dos professores presentes. Discutimos o assunto mais tarde, mas a dúvida persistiu. Gostaria que me ajudassem a clarificá-la.
Muito obrigada!
