«Deixar (a) cozinhar um pouco»
Numa receita culinária, qual das expressões é a correcta?
«Juntar os legumes e deixar cozinhar um pouco», ou «Juntar os legumes e deixar a cozinhar um pouco»? Ou estão ambas correctas?
Frases sem verbo
Ao elaborar uma lista de objectivos ou tarefas, é comum iniciar cada elemento desta lista por um substantivo do género: Recolha, Realização, Preparação, Participação, Definição, entre outros.
Exemplo: «Realização de análises químicas em todas as amostras da área de estudo.»
Em primeiro, gostaria de saber se este tipo de construção é correcto, uma vez que a frase não possui um verbo.
Em segundo, gostaria de saber como posso adaptar a expressão «Estabelecer uma rotina» a este tipo de construção. Poderá ser "Rotinização"?
Obrigado pela atenção!
A regência do nome amabilidade
«Obrigada pela amabilidade ao ter cedido o contacto?»
ou:
«Obrigada pela amabilidade em ter cedido o contacto?»
«Educação para a imagem»
Gostaria de saber se a frase «educação à imagem» está correcta em português.
Em francês diz-se «education à l´image», que quer dizer «educar o olhar relativamente à imagem (ao cinema)». Em Portugal esta expressão é às vezes transformada em «educação pela imagem», o que não quer dizer a mesma coisa.
Sobre a conjunção e
Na frase: «A minha casa é bonita. E a tua?»
— O e é uma conjunção?
A regência de manifestar
Minha dúvida é: «as pessoas se manifestam com seu gestor», ou «ao seu gestor»?
«Problema de» e «problema em»
Antes do mais, quero-vos agradecer a grande ajuda que este espaço de informação supõe para mim, pois sou uma espanhola que adora a língua portuguesa e que precisa dela no dia-a-dia para trabalhar, mas que ainda tem muito por aprender.
Até agora não encontrei nada melhor. Obrigada.
Uma das minhas dúvidas é a diferença entre «problema na/no» e «problema da/do».
Por vezes não consigo saber qual é que tenho de usar, por ex.:
— O problema das picagens de Fevereiro está resolvido.
— O problema nas picagens de Fevereiro está resolvido.
Gostava de saber se existe alguma regra ou se alguma das formas apontadas está errada.
O valor enfático de então na frase «Então não lhe passamos adiante?»
Será que na frase «Então não lhe passamos adiante?» poderemos considerar o «então» uma unidade lexical de valor enfático?
Obrigada!
Ainda o «telefonar para trás»
Vi a pergunta acerca do «telefonar para trás» e o comentário feito acerca da vizinha, etc. Acho que não devemos simplificar... Sou brasileira e vivo na África do Sul, onde convivo com "portugueses" das mais diversas procedências (há muitos madeirenses aqui, muitos angolanos, moçambicanos cuja língua materna é português, e portugueses de Portugal). Já vi de tudo e até mesmo escrevi um glossário para a Unisa comparando expressões brasileiras e portuguesas. Aqui muita gente, de origem madeirense, usa o «telefonar para trás», com o sentido «retornar a ligação», «ligar de volta». A mim, causava muito espanto no início, achava que era uma tradução literal do «call you back», mas vejo ser bem difundido... deve haver uma explicação mais completa para isso...
«Chá com leite», «chá de limão», «torrada com manteiga», «sanduíche de fiambre»
Faz favor, explique a diferença entre as preposições de e com nas locuções seguintes:
«chá com leite» — «chá de limão»; «torrada com manteiga» — «sanduíche de fiambre».
Obrigada.
