O termo aicmofobia
Como pronuncio aicmofobia ?
Com o ditongo ai, ou com aí, separando as vogais?
O complemento do nome elemento
Na frase «...alunos alheios a elementos fundamentais da sua identidade cultural e histórica», qual a função sintática do constituinte «da sua identidade cultural e histórica»?
Muito obrigada!
Artigo definido, artigo indefinido e relação de parentesco
Numa acalorada e civilizada troca de argumentos, acabámos ambos convencidos de cada um da nossa razão e, daí, recorrermos ao Ciberdúvidas para saber qual a forma correcta, se alguma.
«Um pai e um filho iam num carro» ou «O pai e o filho iam num carro»?
A mim parece-me que a primeira hipótese não indica, explicitamente, que existe uma relação de parentesco. Pode ser um qualquer pai e um qualquer filho. Creio que a segunda opção oferece menos interpretações.
Podem-me ajudar?
Muito obrigado.
Oração subordinada relativa: «(os) que reviram os olhos»
Considere-se a seguinte frase:
«Toda a gente sabe que a leitura é crucial no desenvolvimento das crianças, mas a realidade do nosso país está longe de o refletir, e muitos são os que reviram os olhos quando...»
A oração «que reviram os olhos» é uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva, cujo antecedente é «os», com valor de «aqueles»?
O verbo pensar com interrogativa indireta
Na frase «Pensei o que terá sido o maravilhamento e o espanto dos homens que chegaram aqui, sem terem visto um mapa...», como se classifica a oração «o que terá sido o maravilhamento...»?
Na minha opinião é uma oração substantiva relativa. Mas alguns alunos disseram que é uma oração substantiva completiva.
Agradecia que me dissesse qual a classificação certa. i
Sozinho vs. individual
Em relação frase a seguir, é possível admitir-se o adjetivo destacado (sozinhos)?
«Os sonhos SOZINHOS acontecem quando apenas queres uma trotinete, mas os coletivos surgem quando queres juadar o próximo.»
Quando condicional
Ao ler a ótima gramática do Cegalla (Novíssima Gramática da Língua Portuguesa), observei a seguinte frase classificada como temporal:
«Formiga, QUANDO QUER SE PERDER, cria asas.»
A frase não pode ser encarada como condicional?
Ex.: «conj.condic. 6. No caso de; se: Só é gentil quando quer alguma coisa.» (Aulete)
Além do Cegalla, vários gramáticos tradicionais não citam o quando como conjunção condicional (ex.: Pasquale e Ulisses – na Gramática de Língua Portuguesa –, Cegalla – na Novíssima Gramática da Língua Portuguesa –...).
Fiz uma pesquisa em questões de concursos e vestibulares; mas não achei o quando como condicional. Pedi à inteligência artificial do Google para me apresentar as funções do quando de acordo com materias disponibilizados na Internet e não apareceu como condicional.
Estou com alucinações ou há muitos casos que o temporal quando pode também ser um condicional? Se não estou alucinado, por que a preferência por temporal?
Desde já, agradeço-lhes a enorme atenção.
Modalidade epistémica: «reza a lenda que...»
Na frase «Reza a lenda que foi a nossa Catarina que levou o chá para Inglaterra.», está presente a modalidade epistémica com valor de probabilidade?
Obrigada.
O adjetivo compreensivo, novamente
Num artigo do Expresso, publicado em 27/04/2026, leio o título:
«O fim do modelo binário do ensino superior: por uma universidade compreensiva»
É o uso do adjetivo compreensivo que me suscita reservas.
Parece que está a significar «abrangente, completo, polivalente», aceção que é a do inglês comprehensive.
Não estaremos nós diante de mais um caso de anglicismo?
O nome permacrise
Donde vem a palavra "permacrise"?
