DÚVIDAS

O natural de Praga (República Checa)
Venho aqui colocar-vos uma pequena grande dúvida. Qual o gentílico utilizado nas referências aos habitantes de Praga, na República Checa?Nas minhas incursões pelas ondas virtuais deparei-me com ambos os termos "praguense" e "praguiano" e, conquanto o primeiro se identificava como gentílico, o segundo termo apareceu num artigo de geologia ou arquitectura, ainda assim, a existência de ambos, e a aparente plausibilidade dos dois termos, levou-me a questionar qual o adjectivo mais adequado.Obrigado!
Sobre o termo "astrociência"
Sei que as palavras astrologia e astronomia são de origem grega, mas já vi quem utilizasse o termo "astrociência" para falar do estudo dos astros, em ambos os sentidos. Contudo, ciência é uma palavra de origem latina. Por isso, a minha pergunta é a seguinte: não seria mais correcto dizer "astroepisteme", visto que "episteme" tem significado semelhante e é, igualmente, uma palavra de origem grega? Seria incorrecto (e, nesse caso, porquê)? Ou é indiferente? Obrigada.
O apelido Missel (ou Misser)
Um apelido português é Missel, ou é Misser? Parece que ambos se enquadram bem na ortografia portuguesa, não é? Por outro lado, este parece ser um sobrenome português que pouco ocorre. Sabeis dizer-me se o mesmo encontra-se ainda em uso? Aqui no Brasil, onde, desde o período colonial, os apelidos portugueses são bastante usados, seja pela imigração de portugueses, seja pela imposição dos mesmos aos índios, seja pela intensa miscigenação de portugueses, negros e índios, da qual resultou o povo brasileiro, este sobrenome parece ser muito raro ou mesmo não existir. Muito obrigado.
Razão do uso de Deus sem artigo
Vendo a vossa resposta n.º 28 126, pensei em colocar-vos uma questão, que me intriga há anos, e que não sei se já foi colocada aqui. Existe algum motivo pelo qual a palavra Deus não vem precedida de artigo definido, enquanto «o Diabo» pode vir precedida do mesmo? Engraçado, é que isso acontece também em outras línguas: inglês — God mas «the Devil»; francês — Dieu mas «le Diable». Obrigado.
A análise sintáctica da frase «Ele vive como lhe apetece»
Na frase: «Ele vive como lhe apetece», retirada da Gramática da Areal, «como lhe apetece» é referido como subordinada substantiva relativa com a função modificador do grupo verbal, «vive». A minha questão reside na análise da dita oração, ou seja, identificação da função sintáctica do advérbio relativo como, das posições de sujeito, de complemento directo, etc. Ou não é possível proceder a uma análise dessa oração? Obrigada pela vossa atenção.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa