O natural de Praga (República Checa)
Venho aqui colocar-vos uma pequena grande dúvida. Qual o gentílico utilizado nas referências aos habitantes de Praga, na República Checa?Nas minhas incursões pelas ondas virtuais deparei-me com ambos os termos "praguense" e "praguiano" e, conquanto o primeiro se identificava como gentílico, o segundo termo apareceu num artigo de geologia ou arquitectura, ainda assim, a existência de ambos, e a aparente plausibilidade dos dois termos, levou-me a questionar qual o adjectivo mais adequado.Obrigado!
Sobre o termo "astrociência"
Sei que as palavras astrologia e astronomia são de origem grega, mas já vi quem utilizasse o termo "astrociência" para falar do estudo dos astros, em ambos os sentidos. Contudo, ciência é uma palavra de origem latina. Por isso, a minha pergunta é a seguinte: não seria mais correcto dizer "astroepisteme", visto que "episteme" tem significado semelhante e é, igualmente, uma palavra de origem grega? Seria incorrecto (e, nesse caso, porquê)? Ou é indiferente?
Obrigada.
As palavras reintervenção e reintervir
Gostaria de saber se é correcto utilizar-se os termos "reintervenção" ou "reintervir", uma vez que a palavra não é reconhecida pelo site Priberam...
Muito obrigada!
As palavras mil e mal
Perdão pela similaridade filológica quase esotérica, mas questionava-vos se existe algum denominador etimológico comum entre a palavra mil e a palavra mal. É que realmente são muito semelhantes! Sei que ambas derivam do latim, mas numa fase anterior terão tido alguma raiz comum.
O uso de pá (vocativo e interjeição) em Portugal
Gostava de aprender a usar o vocativo pá. Parece-me que os portugueses usam muito.
Mil vezes o meu muito obrigada!
O termo ucheira
Na minha aldeia há o termo ucheira como significado de grandes pedras de granito, ao alto, suportando lateralmente um portão ou cancela de entrada para uma propriedade. Não encontro este termo nos dicionários. Será que existe? Tratar-se-á de uma corruptela de qualquer outro termo?
O apelido Missel (ou Misser)
Um apelido português é Missel, ou é Misser? Parece que ambos se enquadram bem na ortografia portuguesa, não é?
Por outro lado, este parece ser um sobrenome português que pouco ocorre. Sabeis dizer-me se o mesmo encontra-se ainda em uso? Aqui no Brasil, onde, desde o período colonial, os apelidos portugueses são bastante usados, seja pela imigração de portugueses, seja pela imposição dos mesmos aos índios, seja pela intensa miscigenação de portugueses, negros e índios, da qual resultou o povo brasileiro, este sobrenome parece ser muito raro ou mesmo não existir.
Muito obrigado.
Figuras de estilo numa frase de A Cidade e as Serras (Eça de Queirós)
Na obra de Eça de Queirós A Cidade e as Serras, encontra-se a seguinte frase: «No dia, entre todos bendito, em que a Pérola apareceu à barra com o Messias (...).»
Quais as figuras de estilo presentes?
Estou em dúvida se serão sinédoque e metonímia.
Razão do uso de Deus sem artigo
Vendo a vossa resposta n.º 28 126, pensei em colocar-vos uma questão, que me intriga há anos, e que não sei se já foi colocada aqui.
Existe algum motivo pelo qual a palavra Deus não vem precedida de artigo definido, enquanto «o Diabo» pode vir precedida do mesmo? Engraçado, é que isso acontece também em outras línguas: inglês — God mas «the Devil»; francês — Dieu mas «le Diable».
Obrigado.
A análise sintáctica da frase «Ele vive como lhe apetece»
Na frase: «Ele vive como lhe apetece», retirada da Gramática da Areal, «como lhe apetece» é referido como subordinada substantiva relativa com a função modificador do grupo verbal, «vive». A minha questão reside na análise da dita oração, ou seja, identificação da função sintáctica do advérbio relativo como, das posições de sujeito, de complemento directo, etc. Ou não é possível proceder a uma análise dessa oração?
Obrigada pela vossa atenção.
