O emprego de «em uma única»
Minha dúvida é: Na formação da frase «os objetos foram enviados em uma única caixa», o emprego de «em uma única» está incorreto? Pois, se trata de um artigo que também é um numeral, por isto a dúvida. Pode ser considerado redundância?
O modificador «de manhã» (grupo preposicional)
Na frase «De manhã, a Joana toma banho», em que grupo constituinte da frase se inclui o «de manhã» e qual a sua função sintática?
O acento grave em «Às oito horas»
Tenho uma dúvida frequente sobre a acentuação. Devemos escrever «ás 8 horas», ou «às 8 horas»?
«Com a cabeça» = complemento oblíquo (preposicionado)
Na frase «Bati com a cabeça», qual a função sintática de «com a cabeça»? Complemento direto preposicionado?
Qu – porquê?
Procurou-se, com o novo acordo ortográfico, promover o desaparecimento das letras supérfluas. Mas houve uma que escapou: o u a seguir ao q. Quando não pronunciado, este u não faz falta nenhuma. A minha dúvida é: porquê mantê-lo?
A pronúncia do r
Como se designa o processo fonológico que dá conta da distorção do fonema /r/ substituído pelo fonema /R/, ficando deste modo a pronúncia do fonema /r/ indevidamente "carregada"?
Sobre verbos transitivos e intransitivos
Na gramática tradicional, ainda ensinada aos alunos de 8.º e 9.º anos, torna-se difícil encontrar uma explicação cabal para a definição de verbos transitivos indiretos. Nalgumas publicações é dito que são aqueles que são seguidos por complemento indireto, noutras afirma-se que são os que são seguidos de complemento indireto ou outro complemento iniciado por preposição, e noutras, ainda, diz-se que são os que são seguidos de complemento indireto ou complemento circunstancial.
Gostaria que, se possível, me ajudassem nas seguintes dúvidas:
Nas frases «Ele dormiu bem», «Ele dormiu no sofá» e «Entreguei o livro na biblioteca», que tipo de verbo temos? Estará correto dizer que nas duas primeiras é um verbo transitivo indireto e, na última, um verbo transitivo direto e indireto, pois têm à frente um complemento circunstancial?
O uso do hífen com os compostos
Enfrento algumas dificuldades desde a reforma ortográfica, sobretudo no uso do hífen com os compostos, e mais ainda quando me deparo com jargões específicos, que fatalmente envolverão palavras ausentes dos dicionários. Gostaria de perguntar, se possível, como se escrevem as seguintes construções (a primeira é de uso geral, as outras são eventualmente encontradas no ensino musical):
– "Página-título", ou "Página título"?
– "Retórico-musical", ou "Retórico musical"?
–"nota-contra-nota", ou "nota contra nota"?
– "nota-eixo", ou "nota eixo" (no sentido de uma nota de uma melodia que lhe serve de eixo)?
– "motivo-cabeça", ou "motivo cabeça" (no sentido de um grupo principal de notas)?
– "Estrutura-ritornelo", ou "Estrutura ritornelo" (no sentido de um tipo de estrutura)?
– "Quinta mais-que-diminuta", ou "Quinta mais que diminuta" (aqui me parece um caso complexo: pela nova ortografia temos mais-que-perfeito, mas não sei se se resolve uma dúvida dessas "por analogia").
Comuníssimo, superlativo de comum
Gostaria de saber se está correcto o uso do vocábulo comunzíssimo para nos referirmos a algo bastante comum.
«Faz dez horas»
«Faz dez horas», ou «fazem dez horas»?
