DÚVIDAS

Anglicismos/José Pedro Machado
Eu estou a fazer um mestrado aqui na Austrália na área de anglicismos na língua portuguesa. No seu 'site' reparei numa referência a um artigo acerca de estrangeirismos na Língua Portuguesa escrito por José Pedro Machado em 1994. Ser-lhes-ia muito grata se me mandassem mais pormenores sobre este artigo (data exacta e número da página no periódico, por exemplo). Os senhores falam também dum Dicionário da Língua Portuguesa editado pela SLP, da autoria do Dr. José Pedro Machado. Gostaria de ter mais pormenores sobre este dicionário, a fim de poder encomendá-lo para a biblioteca da minha universidade. Qual é a diferença entre este dicionário e a oitava edição do dicionário da Porto Editora?
Apropinquar-se, coliquar-se (novamente)
Há algum tempo perguntei sobre a conjugação dos verbos apropinquar-se e coliquar-se. Em 09/02/00, respondeu-se que, para o Brasil, no subjuntivo, seria assim: apropinqüe-me, apropinqües-te, apropinqüe-se, apropinqüemo-nos, apropinqüeis-vos, apropinqüem-se. O "coliquar-se" seguiria o mesmo modelo. Surgiu-me agora uma dúvida quanto à pronúncia: nas formas rizotônicas, onde estaria o acento tônico da palavra? Imagino que seria no "e", como nas arrizotônicas; pois, se fosse no "i", então deveria haver acento agudo no "i", já que a palavra termina em ditongo? É isto mesmo, ou estou-me equivocando em algo? Obrigado pela atenção.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa