DÚVIDAS

Ditongos da língua
Haverá algum conhecimento da verdadeira quantidade dos ditongos da língua portuguesa? Segundo a informacão tirada das vossas páginas, da www.orbis latinus, da "famosa" gramática do português contemporâneo por Celso Cunha e Lindley Cintra, e de outras gramáticas de menor conhecimento, as seguintes palavras formam ditongo diferente: PAI, BAILAR, HERÓI, DOIS, ABENCOE, SOU, MAGOA, DIREITA, HOTÉIS,FUI, AZUIS, VÁRIO, ÁRDUO, CAUSA, AUTOR, CÉU, EU, EUROPA, RIU, TIA, PIADA, VITÓRIA, PIEDADE, CURIOSA, CURIOSO, ENVIAMOS, DIETA, ESPÉCIE, VIÚVA, SUAR, SUAVIDADE, SUECO, DUETO, TÉNUE, JUIZ, QUOTA, AQUOSO, SÊMEA, ÁUREO, MÁGOA, LICÃO, ESTUDAM, PÕE, MÃE, BEM, MUITO, QUANDO, TRASEUNTE, SUTIÃ, PACIENTE, BIOMBO, TRIUNFO, CINQUENTA, QUINQUÉNIO, o que perfaz um total de 54 ditongos, se na realidade a língua portuguesa tem estes ditongos todos, porque é que os gramáticos não os aceitam como pertencentes à nossa língua? Obrigado.
O piloto / a condutora
Elizabete Jacinto, condutora portuguesa, profissional desportiva de motorizadas, participou, neste ano de 2001, no “rali-safari” Arras-Madrid-Dakar, na taça de senhoras, na secção de motorizadas. Um condutor profissional desportivo de veículos motorizados é chamado de «piloto», desde que, naturalmente, seja um homem. E, quanto às senhoras, poder-se-á utilizar a forma feminina «pilota», como já tenho ouvido dizer em alguns lugares, ou deve-se manter, então, a forma «piloto», para os dois géneros? Exemplos: «A piloto sofreu um acidente de automóvel.» ou, então, «A pilota sofreu um acidente de automóvel.» Nesta situação, qual será a frase mais correcta? Agradecia um comentário vosso.
ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de LisboaISCTE-Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa