DÚVIDAS

«Por isso, ó vós que as famas estimais,/Despertai já do sono do ócio ignavo»
Bem hajam! Recorro muitas vezes ao Ciberdúvidas para esclarecer algumas questões que sempre surgem. Obrigada desde já. A minha dúvida é a seguinte: como se classifica a seguinte oração subordinada retirada de “Os Lusíadas” – «Por isso, ó vós que as famas estimais,/Despertai já do sono do ócio ignavo»? Subordinada explicativa ou restritiva? Conto com a vossa ajuda e, mais uma vez, obrigada.
O colectivo de pescadores
Sendo professor de Português e estando a ensinar os nomes colectivos, deparei-me com uma dúvida que não consigo solucionar nem recorrendo a gramáticas, dicionários ou prontuários. Encontrei uma ficha de trabalho perdida em arquivos da escola sobre este tema onde se perguntava ao aluno qual o nome colectivo para "pescadores". A minha questão é precisamente esta: qual é o nome colectivo para "pescadores"?   N.E. O consulente escreve segundo a Norma de 1945.
A análise sintáctica de tudo em «(...) porque a terra e o mar tudo era mar»
Antes de mais, bem haja pelo serviço que prestam! Sendo professor de Língua Portuguesa no Colégio Internato dos Carvalhos e face à disparidade de respostas dos discentes, gostaria de confirmar a função sintáctica de constuinte frásico na oração «(...) porque a terra e o mar tudo era mar.» (Vieira, António. "Sermão de Santo António aos Peixes", cap. II). 1.º "tudo", pronome indefinido, englobando «a terra e o mar» – sujeito – , funciona igualmente como sujeito e não como atributo do sujeito (?), falando-se, pois, de sujeito composto; 2. º "Tudo" não se liga ao predicativo do sujeito "mar", não havendo anástrofe, pelo que a oração não poderia ser "porque a terra e o mar era(m) tudo mar"(?).
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