O plural de uma marca automóvel
Uma amiga minha estranhou um painel publicitário que dizia «Ganhe dois Jaguar». Segundo ela, o correcto seria «dois Jaguares». Para mim, como se trata de uma marca comercial, creio haver flexibilidade em se fazer a pluralização ou não. Neste caso até evidencia tratar-se de «dois carros de marca Jaguar» e não «dois jaguares», o animal da família dos felídeos. As respostas que encontrei relacionadas com plural de marcas comerciais não me satisfizeram.
Resolvi colocar a questão aos especialistas do Ciberdúvidas, que já tantas vezes me deram razão quando alguém me tentou impingir regras que desconhecia e não me faziam sentido, e com os quais tenho aprendido bastante.
Continuem com este excelente e verdadeiro serviço público que já há muito merecia apoio oficial. O que não falta é dinheiro público mal gasto neste país... mas o subsídio do Ciberdúvidas deve ter a melhor relação custo/benefício de tudo o que é gasto em cultura!
Com os melhores cumprimentos,
Sobre a família de palavras de carta
«Cartolina» e «cartola» são da família de «carta»?
Pandilha e malta
Os termos «pandilha» e «malta», referidos a grupos de pessoas, estão obrigatoriamente conectados com situações pejorativas?
O termo médico cateterismo
Ouve falar-se num exame médico que verifica a circulação sanguínea como “cataterisma”. Penso que não deve ser esta a grafia mas é costume ouvir-se supostamente com a que aqui apresento. Qual é a palavra correcta? Antecipadamente grato.
A expressão «sopa no mel»
A expressão correcta é «mel na sopa» ou «sopa no mel»?
O significado de «“follow up” sistemático»
O que significa «“follow up” sistemático»?
A classificação de pois, de novo
«Pois» é uma locução ou uma conjunção causal?
«Ferrar o galho»
Qual a origem da expressão «ferrar o galho»? Qual a evolução para o seu significado?
Análise gramatical de uma frase de «A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho» (Mário de Carvalho)
Como se faz a classificação morfológica de “quanto”, “Clio”, “foi”, “por” , “quatrocentos”, “o”, “não”, “castigo”, “novas”? E a análise sintáctica da frase: «Clio, musa da História, adormeceu enfadada»?
Ele e ela como pronomes pessoais do caso oblíquo?
Recebi de outro professor de Língua Portuguesa a informação de que os pronomes "ele" e "ela" quando não exercem a função de sujeito são classificados como "pronomes pessoais do caso oblíquo", ambos. O que sei é que os pronomes “eu”, “tu”, “ele”, “nós”, “vós” e “eles” são classificados como pronomes pessoais do caso reto e que exercem a função de sujeito. Já os pronomes do caso oblíquo, como “me”, “mim”, “se”, “o”, etc, exercem a função de objeto. No presente caso, o que eu diria, à primeira vista, é que os pronomes “ele” e “ela”, quando em função de complementos, estariam FAZENDO FUNÇÃO DE OBJETO, mas não posso afirmar inequivocamente que isso os qualificaria como pronomes pessoais do caso oblíquo. Gostaria, portanto, de obter ajuda da competente equipe do Ciberdúvidas, que tem se mostrado, cada vez mais, o melhor “site” de consulta para dirimir dúvidas acerca da língua portuguesa.
